sábado, 30 de abril de 2011
Porque o mar é salgado?
As águas do escoamento despejam anualmente milhões de toneladas de minerais nas fossas marinhas.
As águas dos mares são mais salgadas que as águas continentais por causa da evaporação, que provoca uma salinização constante e particular de cada mar.
Para se ter uma idéia, a água do mar é composta por 3,5% de sais, entre eles o cloreto de sódio, que é a mesma substância que compõe o sal de cozinha.
Por que as cebolas nos fazem chorar?
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Como a vida surgiu?
SISTEMAS INORGÂNICOS
Outras linhas de estudo surgiram. E uma das mais recentes afirma que os seres vivos começaram de “sistemas inorgânicos” e não de moléculas orgânicas como os aminoácidos. Estes sistemas seriam formados por ferro e sulfito (sal sem oxigênio que contém enxofre) aglutinados como pequenos compartimentos de rocha. Nestes compartimentos os compostos sulfúricos se concentraram e aceleraram as reações químicas que produziam moléculas complexas, como as proteínas e o material genético. Ou seja, os sistemas inorgânicos antecederam as moléculas orgânicas e incubaram a vida.
Quando, teria surgido o primeiro ser vivo? Há mais de três bilhões de anos provavelmente. E talvez não tenha vindo nem de uma sopa nem de um sistema não-orgânico. Mas de seres estranhíssimos batizados de archaea, que são micróbios diferentes das bactérias e capazes de sobreviver em condições extremas de temperatura e pH. Os archaea já foram descobertos em cavernas e se alimentam de hidrogênio, compostos sulfúricos, manganês e outros metais, e não realizam fotossíntese. Por esta característica, cientistas acreditam que eles podem ter constituído a base da vida oxidando derivados de enxofre, metano, ferro e outros metais.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Ratel, o destemido.
O ratel (Mellivora capensis) é uma espécie de mamifero da família Mustelidae. Ocorrem na maioria da África e no Oeste e Sul da Ásia. É a única espécie classificada no género Mellivora e na subfamília Mellivorinae. É um animal destemido e quase desprovido de medo. O Ratel ataca e mata qualquer coisa que se movimente, e demora apenas 15 minutos para comer uma cobra de 1,50m, ele possui um diferencial dos outros animais que é uma inteligência e facilidade para achar os pontos fracos dos oponentes rapidamente e assim obter sucesso na caça e na captura de suas presas, mas quando é defrontado por um outro macho da mesma espécie, ele comumente ataca primeiramente os testículos. O ratel é tão carniceiro que aparenta não ter critérios de seleção para aquilo que ataca, bastando estar no seu alcance visual (ou de ataque). Come insetos, mamíferos, lagartos e répteis. O Ratel é louco por mel e está disposto a pôr o focinho em colméias cheias de mortais abelhas africanas apenas para provar do doce. Ele ataca animais maiores que ele e até mesmo Hienas. Leões e guepardos, que são mais astutos, sabem que não devem se aproximar e evitam contato com esse sagaz e destemido animal.
sábado, 23 de abril de 2011
Coelhinho da Páscoa
No Antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade consideravam o coelho como o símbolo da Lua, portanto, é possível que ele tenha se tornado símbolo pascoal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa. O certo é que os coelhos são notáveis por sua capacidade de reprodução, e geram grandes ninhadas, e a Páscoa marca a ressurreição, vida nova, tanto entre os judeus quanto entre os cristãos.
Existe também a lenda de que uma mulher pobre coloriu alguns ovos de galinha e os escondeu, para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram os ovos, um coelho passou correndo. Espalhou-se, então, a história de que o coelho é que havia trazido os ovos.
A origem do Ovo da Páscoa
O ovo é símbolo bastante antigo, anterior ao Cristianismo, que representa a fertilidade e a renascimento da vida. Muitos séculos antes do nascimento de Cristo, a troca de ovos no Equinócio da Primavera (21 de Março) era um costume que celebrava o fim do Inverno e o início de uma estação marcada pelo florescimento da natureza. Para obterem uma boa colheita, os agricultores enterravam ovos nas terras de cultivo.
Quando a Páscoa cristã começou a ser celebrada, a cultura pagã de festejo da Primavera foi integrada na Semana Santa. Os cristãos passaram a ver no ovo um símbolo da ressurreição de Cristo.
Colorir e decorar ovos é um costume também bastante antigo, praticado no Oriente. Nos países da Europa de Leste, os ortodoxos tornaram-se grandes especialistas em transformar ovos em obras de arte. Da Rússia à Grécia, os ortodoxos costumam pintar os ovos de vermelho. Já na Alemanha, a cor dominante é o verde. A tradição é tão forte que a Quinta-feira Santa é conhecida por Quinta-feira Verde. Na Bulgária, em vez de se esconder os ovos, luta-se com eles na mão. Há verdadeiras batalhas campais. Toda a gente tem de carregar um ovo e quem conseguir a proeza de o manter intacto até ao fim será o mais bem sucedido da família até à próxima Páscoa.
Das tradições da Europa Oriental, o hábito passou aos demais países. Eduardo I de Inglaterra oferecia ovos banhados em ouro aos súditos preferidos. Luís XIV de França os mandava, pintados e decorados, como presentes. Isso iniciou a moda de fazê-los artificiais, de madeira, porcelana e metal, contendo alegras surpresas aos presenteados. Seu sucessor Luís XV presenteou sua amante 33 anos mais jovem, Madame du Barry, com um enorme ovo, o qual continha em estátua de Cupido. Essas tradições inspiraram também Peter Carl Fabergé na criação dos famosos e valiosos Ovos Fabergé.
Os ovos de chocolate viram dos Pâtissiers franceses que recheavam ovos de galinha, depois de esvaziados de clara e gema, com chocolate e os pintavam por fora. Os pais costumavam esconder ovos nos jardins para que as crianças os encontrassem na época da Páscoa. Com melhores tecnologias, a partir do final do século XIX, se difundiram os ovos totalmente feitos de chocolate, utilizados até hoje.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Por que o sal derrete as lesmas?
A quantidade de sal que largamos no corpo da lesma é muito maior do que a encontrada no seu organismo, causando o seu "derretimento" através da osmose.
Ou seja, o sal, através da higroscopia, retira toda a água do corpo das lesmas, causando a sua morte.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Por que o céu é azul?
Existe um fenômeno físico chamado espalhamento Rayleigh, que faz com que a luz se espalhe ao passar através de partículas com diâmetro igual a um décimo do comprimento de onda (cor) da luz. A luz solar é composta de luz de todas as diferentes cores, mas devido aos elementos presentes na nossa atmosfera, a cor azul é espalhada de maneira muito mais eficiente do que as outras.
terça-feira, 19 de abril de 2011
você sabia?
sexta-feira, 15 de abril de 2011
você sabia?
O peixe que nada mais fundo.
A maior altura e a maior profundidade.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
você sabia?
domingo, 10 de abril de 2011
você sabia?
Recordes do reino animal
| O mais forte: O escaravelho rinoceronte, Oryctes Nasicornis, que vive na Europa por ser capaz de suportar em seu dorso um peso 30 vezes maior que o seu próprio durante uma hora. |
| O mais fiel: Os gansos se juntam para toda a vida. Inclusive se diz, exageradamente, que quando enviuvam morrem de tristeza. As cegonhas também mantêm seus laços por toda vida, ainda que distanciam-se depois da época do acasalamento. |
| A fêmea mais infiel: As dos aracnídeos e dos Louva-Deus. Algumas fêmeas comem o macho depois da cópula (as vezes antes até). Em algumas espécies o sacrifício do macho é imprescindível. É necessário que a fêmea devore sua cabeça para evitar o bloqueio que esta exerce sobre as reações da cópula Afinal de contas, depois da cópula o macho já não serve para nada na perpetuação da espécie. O veado volante, Lucanus Cervus, e outras espécies de escaravelhos com longos apêndices, lutam entre eles pela posse das fêmeas; mas estas não duvidam em abandonar os seus pretendentes em plena luta para ficar com o próximo que chegue. |
O mais solidário: O morcego vampiro. Se um colega não encontrou comida, o outro regurgita sangue para compartilhar. | |
| O animal mais prolífico: O pulgão do repolho, Brevycorine Brassicae, que é capaz de gerar num ano uma descendência que atingiria um peso de 822 milhões de toneladas. Ainda que sua reprodução é majoritariamente assexuada, sem a intervenção do macho. |
O mamífero mais prolífico: O Tenrec ou Tandraka, Tenrec Ecaudatus, que vive em Madagáscar e Ilhas Comores. Podem parir de uma só vez 32 filhotes. | |
A gestação mais prolongada: A salamandra negra dos Alpes tem um período de gestação de 3 anos e 2 meses. O elefante tem um período de gestação de quase dois anos (660 dias). Entre os peixes é a Mielga, Squalus Acanthias, um tubarão vivíparo com um período de gestação de 18 a 24 meses. | |
A gestação mais curta: A gravidez mais breve é o do marsupial conhecido como Bandicut de nariz curto: 12 dias. | |
O mais maternal: A fêmea do polvo. Permanece em sua gruta cuidando dos ovos e sem comer até morrer por inanição convertida num monte de peles. | |
Os mais paternais: Os cavalos-marinhos que armazenam os ovos numa bolsa até que eclodem. O macho dos peixes gato ou bagres, grupo ao que pertencem vários gêneros e espécies de águas doces e marinhas, protegem os ovos na boca, e durante os 15 dias de desenvolvimento embrionário não podem alimentar-se. Depois, os alevinos procuram refúgio na boca do pai quando se apresentam em situações de risco. As avestruzes americanas (Rhea Americana), que ainda que um só macho convive com até uma dúzia de fêmeas, é ele quem se encarrega da construção dos ninhos e da encubação e cuidados da ninhada. Claro que antes transporta todos os ovos a um só ninho. O sapo parteiro (Alytes) leva os ovos e pequenos sapinhos sobre uns orifícios que se desenvolvem em suas costas. O curioso é que o parteiro é o macho. O macho do pingüim imperador se dedica à encubação dos ovos, sem comer, durante 115 dias. | |
O escavador mais rápido: A toupeira pode escavar até 5 metros cúbicos por hora. | |
O mais ruidoso: A baleia azul, Balaenoptera Musculus, é capaz de emitir sons mais fortes do que um avião a jato. | |
O inseto mais ruidoso: As cigarras. Podem ser ouvidas a 400 metros de distância. | |
O mais dorminhoco: O coala, Phascolarctos Cinereus, que passa 22 horas do dia dormindo. | |
O inseto que voa mais rápido: A mutuca Hybomitra Hinei Wrighti atinge a velocidade de 145 Km/h. O segundo é a libélula australiana Austrophlebia Costalis que atinge os 90 km/h. | |
A rã mais saltadora: A rã africana Ptychadena Oxyrhynchus que pode saltar até 5,35 metros. | |
O que melhor se orienta: A andorinha do mar, Sterna Paradisea, vive no círculo polar ártico e inverna na Antártida. | |
| A ave mais veloz em vôo: O Falcão peregrino, Falco Peregrinus, que atinge no vôo 300 Km./hora. Em vôo normal sua velocidade se aproxima à do Vencejo, Apus Apus, 160 Km./h. Portanto, o Vencejo e o Falção são os seres vivos mais velozes da Terra. |
| A ave mais lenta: A Becada americana, Scolopax Minor, voa a uma velocidade de 8 km/h. |
| A ave mais veloz em terra: O avestruz atinge os 80 Km/h. |
Que bate as asas mais rápido: O colibri Heliactin Cornuta bate suas asas a uma velocidade de 90 vezes por segundo, 5.400 vezes por minuto. | |
| O que voa mais alto: Em 1973, um Abutre Griffon de Rupell (Gyps rueppellii) chocou com um avião que voava a 11.277 metros sobre Costa do Marfim. Os cisnes negros também atingem grandes alturas, como atestou um piloto que observou uma revoada a 8.230 metros de altura. |
| O record em distância de vôo: O Chorlito Dourado é capaz de voar ininterruptamente uma distância de 3.000 Km. |
O mais veloz em terra firme: O guepardo atinge a velocidade de 120 Km./hora. Seguido pela gazela da Mongólia com 100 Km./h. No entanto, o guepardo só pode manter a velocidade em distâncias curtas, enquanto a gazela é corre maiores distâncias. | |
| O mais veloz em natação: O peixe espada Istiophorus Platypterus é capaz de superar os 80 Km./h. Seguido pelo atum, com 70 Km./h, que em percursos curtos pode atingir os 110 Km./h em cujo caso seria o nadador mais veloz. Mas muito superior é a velocidade que atingem os peixes voadores do gênero Exocoetus quando saem fora da água: 600 km/h. |
A ave que nada mais rápido: O pingüim de bico vermelho de Papua, Pygoscelis Papua. Atinge a velocidade de 27 km/hora. | |
A ave que mergulha a maior profundidade: O pingüim imperador, Aptenodytes Forsteri, é capaz de mergulhar a 255 m (há citações de 483 m) de profundidade agüentando a respiração durante 5 a 18 minutos, atingido velocidades da ordem dos 40 Km/h. | |
O recorde em salto de altura: É do puma, Felis Concolor, que atinge em salto os 4 metros de altura. Grilos e gafanhotos podem saltar a 2 metros de altura O maior salto sem impulso prévio é o da gazela saltadora, Antidorcas Marsupialis, que pode dar saltos de 3 metros de altura | |
O recorde em salto à distância: O antílope pode dar saltos que superam os 9 metros. Também o canguru pode dar saltos de 9 metros de distância e 3,30 metros de altura. Em relação a seu peso são os grilos e gafanhotos, que são capazes de dar saltos de 6 metros. Os guepardos podem atingir os 7 metros. Mas em relação a seu peso, o recorde é do Philaenus Spumarius, um inseto homóptero de 6 mm que é capaz de saltar uma distância de 60-70 cm. A pulga, com 1 a 4 mm é capaz de saltar 30 cm. É dito que as pulgas podem dar saltos de 4 metros de distância e até 3 metros de altura, puro folclore. | |
O mamífero mais lento: O bicho-preguiça de três dedos, Bradypus Tridactilus, move-se no solo a uma velocidade de 2,2 metros por hora. | |
O mais inteligente: Depois do homem, os animais mais inteligentes são os golfinhos, Delphinus Delphis, e o Chimpanzé, Pão Troglodytes. O primeiro é capaz de comunicar-se mediante uma linguagem de sons, e o segundo é capaz de utilizar algumas ferramentas e imitar ao homem. | |
O cachorro mais inteligente: Os da raça collie, à qual pertence a famoso Lassie ddo seriado televisivo. | |
O menor predador: É um protozoário marinho do Pacífico equatorial, Picophagus Fagellatus, que mede menos de 3 microns. | |
O mais temível: O tubarão branco, depois da película de Holliwood e a sensação de indefesa do homem no meio aquático. No entanto este enorme tubarão de 8m prefere a carne rica em gordura, como a das focas. Quando ataca o homem é porque o confunde por causa de sua má qualidade visual. Depois do primeiro ataque, quando mata as suas presas, se nota tratar-se de um homem, costuma abandonar. Por isso muitos humanos viveram para contá-lo. | |
O mais feroz: A piranha,Serrasalmus. | |
O mais luminoso: São variadas as espécies de seres vivos de todos os reinos capazes de emitir bio-luminiscência. Mas o curioso é que um pequeno crustáceo, Cypridina, uma vez seco conserva sua luminosidade durante 30 anos. Na segunda guerra mundial os soldados japoneses os espalhavam pela palma da mão e a usavam de lanterna. O peixe Photoblepharon Palpebratus emite uma bio-luminiscencia tão intensa que pode ser visto a 30 metros de distância | |
O mais falador: A mulher, oops... O papagaio cinza africano, Psittacus Arithacus, é capaz de imitar sons e a voz humana, como outros papagaios, mas seu vocabulário pode superar as 800 palavras. | |
O mais viril: O hamster é capaz de manter 65 acoplamentos numa hora, menos de 1 por minuto. | |
A fêmea mais viril: As fêmeas da hiena manchada, Crocuta Crocuta, são tão similares ao macho que é difícil diferenciar o sexo. Os órgãos femininos são tão similares aos do macho que só se podem distinguir mediante uma inspeção táctil. A causa parece ser a elevada concentração de hormônios masculinos no sangue. | |
A ave com maior envergadura: A maior envergadura é a do Albatroz Diomedea Exulans, que ultrapassa os 3,5 metros. Asas tão grandes lhes dificultam empreender o vôo; mas lhes facilitam o planeio. O condor é a seguinte, com uma envergadura de 3 metros. A ave de maior envergadura que existiu na Terra foi o Teratorm Gigante, Argentavis Magnificens, que viveu na Argentina no final do Mioceno, faz uns 5 milhões de anos, atingindo uma envergadura que duplicava a do albatroz: 7,3 metros e 120 kg. Tratava-se de um gigantesco abutre. | |
A ave que passa mais tempo sem pisar terra: O Sterna Fuscata, depois de nascer passa 4 anos sem regressar a terra para criar. Depois o fará cada ano. | |
O peixe que põe mais ovos: A fêmea do peixe lua, Mola mola, pode desovar 30 milhões de ovos. O bacalhau, Gadus Morhua, desova 7 milhões de ovos; mas não por isso sua eficácia reprodutiva é maior do que a de outras espécies menos prolíficas. O que sucede é que existem predadores que devoram seus ovos e alevinos. | |
| A maior teia de aranha: Construída pela aranha de ouro gigante Nephila Clavipes, que mede mais de 1 metro de diâmetro e que ela usa para caçar rãs |
O que tem mais patas: Algumas centopeias têm normalmente entre 15 e 150 pares de patas Há citações de exemplares de 750 patas (325 pares). | |
Peixes na superfície dágua: Os agulhas dos gêneros Belone, Scomberesox e Hemiramphus, são capazes de nadar velozmente pela superfície da água utilizando o lóbulo inferior de sua nadadeira, de forma que seu corpo saia fora da água com o mesmo ângulo de uma lancha e atingem uma grande velocidade, de até 600 km/h. Os peixes voadores do gênero Exocoetus utilizam a mesma técnica para pegar impulso e voar utilizando suas nadadeiras peitorais até 360 metros de distância e a 7 metros de altura. | |
O peixe mais cheiroso: O Tímalo, Thymallus Thymallus, é um peixe de água doce que deve seu nome ao cheiro de tomilho que desprende da sua carne. | |
Aúnica ave hibernante: O Chotacabras de Nattal, Phalaenoptilus Nuttallii, que vive no Canadá. | |
| O animal mais venenoso: A rãs tropicais sulamericanas dos gêneros Dendrobates e Phyllobates conhecidas como rãs de flecha venenosa. Segregam um veneno mortal que é utilizado pelos indígenas na ponta de suas flechas. A toxina de uma destas rãs pode matar até 1.500 pessoas. |
A medusa mais venenosa: A vespa de mar, Chironex fleckeri, que forma grandes enxames na costa norte australiana. Seis picadas podem matar a um ser humano. | |
A aranha mais venenosa: A Cténida brasileira ou aranha da banana, Phoneutria Nigriventer, é a que possui o veneno mais potente. Suas patas têm 10 cm. No entanto, esta aranha tem dificuldades para injetar seu veneno nos humanos. Mais perigosa para os humanos é a viúva negra, da qual há várias espécies do gênero Latrodectus. Entre elas destaca a viúva negra americana Latrodectus Mactans que se caracteriza por uma marca vermelha com forma de ampulheta no abdomem. Também na Europa há viúvas negras que geraram a fama de que as tarântulas são perigosas. | |
O escorpião mais venenoso: O escorpião dourado Israelense, Leiurus Quinquestriatus | |
O cefalópodo mais venenoso: O polvo de anéis azuis, Hapalochlaena Maculosa, da Austrália, possui uma saliva venenosa capaz de matar a 20 adultos humanos. O veneno é a tetrodotoxina | |
O peixe mais venenoso: O peixe pedra, Synanceia Verrucosa, que mede 20 cm e possui uma venenosa espinha dorsal capaz de atravessar a sola dos sapatos. Vive nas ilhas do Pacífico (Hawaii e Indonésia). | |
O lagarto mais venenoso: Os lagartos não costumam ser venenosos. Somente existem 2 espécies venenosas do gênero Heloderma: Horridum e Suspectum que vivem em regiões desérticas do Texas, Arizona e México. Seus dentes possuem uma ranhura longitudinal através da qual injetam o veneno segregado por umas glândulas situadas no lábio inferior. | |
A serpente mais perigosa: A cobra Naja que causa a morte de 15 000 pessoas ao ano. | |
O pássaro mais venenoso: O Pitohui encapuzado, Pitohui Dichrous ou ave lixo de Nova Guiné é a único ave venenosa. O veneno que fabricam é a homeobatraciotoxina, típica de algumas rãs, e se encontra preferencialmente nas plumas. | |
O mamífero mais venenoso: O estranho ornitorrinco, Ornithorhynchus Anatinus, possui um tipo de espora venenosa numa de suas patas traseiras. Seu veneno produz intensas dores. | |
O animal mais velho: A baleia franca da Groenlândia (Balaena Mysticetus) pode viver 210 anos. As tartarugas gigantes das ilhas Galápagos podem atingir os 150 anos. Mas entre as tartarugas o recorde é da tartaruga de Aldraba, Aldrabachelys Elephantina da ilha Mauricio, que viveu 152 anos em cativeiro. | |
O peixe mais velho: A Platilha, Platichthys flesus, pode chegar a viver 60 anos se não é capturada por algum predador. | |
A ave mais longeva: O cisne, Cygnus, pode viver 100 anos. Os papagaios de 40 a 100 e as cacatuas 75 anos. |
O inseto mais longevo: O cupim que pode reinar por 50 anos.
O anfíbio mais longevo: A salamandra, 55 anos.
O ser vivo mais longevo: Uma bactéria encontrada num cristal de sal sobreviveu durante 250 milhões de anos.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Encontrado os restos mortais de Mona Lisa.
Tardígrado, o animal mais resistente do planeta.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Maior dinossauro carnívoro do Brasil é descoberto no Maranhão
Pesquisadores do Museu Nacional apresentaram nesta quarta-feira (16/03) o espinossaurídeo Oxalaia quilombensis, o maior dinossauro carnívoro já encontrado no Brasil. Os restos do réptil foram encontrados na Ilha de Cajual, no Maranhão, e seriam do Cretáceo Superior. A espécie é muito semelhante a outras já encontradas na África. Isso se deve provavelmente ao fato de que, no período Mesozóico, o continente africano era ligado a América do Sul, o que proporcionou a migração de animais de uma região para outra. De acordo com os fósseis achados, foi possível estimar o tamanho do animal: ele teria entre 12 e 14 metros de comprimento, e massa variando entre 5 e 7 toneladas.
terça-feira, 5 de abril de 2011
você sabia?
você sabia?
domingo, 3 de abril de 2011
A História do Cachorro-quente
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Literatura de cordel
Literatura de cordel é um tipo de poema popular, originalmente oral, e depois impressa em folhetos rústicos ou outra qualidade de papel, expostos para venda pendurados em cordas ou cordéis, o que deu origem ao nome originado em Portugal, que tinha a tradição de pendurar folhetos em barbantes. No Nordeste do Brasil, o nome foi herdado (embora o povo chame esta manifestação de folheto), mas a tradição do barbante não perpetuou. Ou seja, o folheto brasileiro poderia ou não estar exposto em barbantes. São escritos em forma rimada e alguns poemas são ilustrados com xilogravuras, o mesmo estilo de gravura usado nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis compradores.
A história da literatura de cordel começa com o romanceiro luso-holandês da Idade Contemporânea e do Renascimento. O nome cordel está ligado à forma de comercialização desses folhetos em Portugal, onde eram pendurados em cordões, chamados de cordéis. Inicialmente, eles também continham peças de teatro, como as de autoria de Gil Vicente (1465-1536). Foram os portugueses que introduziram o cordel no Brasil desde o início da colonização. Na segunda metade do século XIX começaram as impressões de folhetos brasileiros, com suas características próprias. Os temas incluem fatos do cotidiano, episódios históricos, lendas , temas religiosos, entre muitos outros. As façanhas do cangaceiro Lampião (Virgulino Ferreira da Silva, 1900-1938) e o suicídio do presidente Getúlio Vargas (1883-1954) são alguns dos assuntos de cordéis que tiveram maior tiragem no passado. Não há limite para a criação de temas dos folhetos. Praticamente todo e qualquer assunto pode virar cordel nas mãos de um poeta competente.
No Brasil, a literatura de cordel é produção típica do Nordeste, sobretudo nos estados de Pernambuco, da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Ceará. Costumava ser vendida em mercados e feiras pelos próprios autores. Hoje também se faz presente em outros Estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. O cordel hoje é vendido em feiras culturais, casas de cultura, livrarias e nas apresentações dos cordelistas.
Os poetas Leandro Gomes de Barros (1865-1918) e João Martins de Athayde (1880-1959) estão entre os principais autores do passado.
Todavia, este tipo de literatura apresenta vários aspectos interessantes e dignos de destaque:
As suas gravuras, chamadas xilogravuras, representam um importante espólio do imaginário popular;
Pelo fato de funcionar como divulgadora da arte do cotidiano, das tradições populares e dos autores locais (lembre-se a vitalidade deste gênero ainda no nordeste do Brasil), a literatura de cordel é de inestimável importância na manutenção das identidades locais e das tradições literárias regionais, contribuindo para a perpetuação do folclore brasileiro;
Pelo fato de poderem ser lidas em sessões públicas e de atingirem um número elevado de exemplares distribuídos, ajudam na disseminação de hábitos de leitura e lutam contra o analfabetismo;
A tipologia de assuntos que cobrem, crítica social e política e textos de opinião, elevam a literatura de cordel ao estandarte de obras de teor didático e educativo.
Poética
Quadra
Estrofe de quatro versos. A quadra iniciou o cordel, mas hoje não é mais utilizada pelos cordelistas. Porém as estrofes de quatro versos ainda são muito utilizadas em outros estilos de poesia sertaneja, como a matuta, a caipira, a embolada, entre outros.
A quadra é mais usada com sete sílabas. Obrigatoriamente tem que haver rima em dois versos (linhas). Cada poeta tem seu estilo. Um usa rimar a segunda com a quarta. Exemplo:
Minha terra tem palmeiras
Onde canta o sabiá (2)
As aves que aqui gorjeiam
Não gorjeiam como lá (4).
Outro prefere rimar todas as linhas, alternando ou saltando. Pode ser a primeira com a terceira e a segunda com a quarta, ou a primeira com a quarta e a segunda com a terceira. Vejamos estes exemplos de Zé da Luz: (ABAB ou ABBA)
E nesta constante lida
Na luta de vida e morte
O sertão é a própria vida
Do sertanejo do Norte
Três muié, três irimã,
Três cachorra da mulesta
Eu vi nun dia de festa
No lugar Puxinanã.
Sextilha
É a mais conhecida. Estrofe ou estância de seis versos. Estrofe de seis versos de sete sílabas, com o segundo, o quarto e o sexto rimados; verso de seis pés, colcheia, repente. Estilo muito usado nas cantorias, onde os cantadores fazem alusão a qualquer tema ou evento e usando o ritmo de baião. Exemplo:
Quem inventou esse "S"
Com que se escreve saudade
Foi o mesmo que inventou
O "F" da falsidade
E o mesmo que fez o "I"
Da minha infelicidade
Septilha
Estrofe (rara) de sete versos; setena (de sete em sete). Estilo muito usado por Zé Limeira, o Poeta do Absurdo.
Eu me chamo Zé Limeira
Da Paraiba falada
Cantando nas escrituras
Saudando o pai da coaiada
A lua branca alumia
Jesus, Jose e Maria
Três anjos na farinhada.
Napoleão era um
Bom capitão de navio
Sofria de tosse braba
No tempo que era sadio,
Foi poeta e demagogo
Numa coivara de fogo
Morreu tremendo de frio.
Na septilha usa-se o estilo de rimar os segundo, quarto e sétimo versos e o quinto com o sexto, podendo deixar livres o primeiro e o terceiro.
Oitava
Estrofe ou estância (grupo de versos que apresentam, comumente, sentido completo) de oito versos: oito-pés-em-quadrão. Oitavas-a-quadrão. Como o nome já sugere, a oitava é composta de oito versos (duas quadras), com sete sílabas. A rima na oitava difere das outras. O poeta usa rimar a primeira com a segunda e terceira, a quarta com a quinta e oitava e a sexta com a sétima.
Quadrão
Oitava na poesia popular, cantada, na qual os três primeiros versos rimam entre si, o quarto com o oitavo, e o quinto, o sexto e o sétimo também entre si.
Todas as estrofes são encerradas com o verso: Nos oito pés a quadrão. Vejamos versos de uma contaria entre José Gonçalves e Zé Limeira: - (AAABBCCB)
Gonçalves:
Eu canto com Zé Limeira
Rei dos vates do Teixeira
Nesta noite prazenteira
Da lua sob o clarão
Sentindo no coração
A alegria deste canto *
Por isso é que eu canto tanto *
NOS OITO PÉS A QUADRÃO
Limeira:
Eu sou Zé Limeira e tanto
Cantando por todo canto
Frei Damião já é santo
Dizendo a santa missão
Espinhaço e gangão
Batata de fim de rama *
Remédio de velho é cama *
NOS OITO PÉS A QUADRÃO.
Décima
Estrofe de dez versos, com dez ou sete sílabas, cujo esquema rimático é, mais comumente, ABBAACCDDC, empregada sobretudo na glosa dos motes, conquanto se use igualmente nas pelejas e, com menos frequência, no corpo dos romances.
Geralmente nas pelejas é dado um mote para que os violeiros se desdobrem sobre o mesmo. Vejamos e exemplo com José Alves Sobrinho e Zé Limeira:
- Mote:
VOCÊ HOJE ME PAGA O QUE TEM FEITO
COM OS POETAS MAIS FRACOS DO QUE EU.
- Sobrinho:
Vou lhe avisar agora Zé Limeira <A
Dizem que quem avisa amigo é >B
Vou lhe amarrar agora a mão e o pé >B
E lhe atirar naquela capoeira <A
Pra você não dizer tanta besteira <A
Nesta noite em que Deus nos acolheu >C
Você hoje se esquece que nasceu >C
E se lembra que eu sou bom e perfeito >D
Você hoje me paga o que tem feito >D
Com os poetas mais fracos do que eu. >C
- Zé Limeira:
Mais de trinta da sua qualistria
Não me faz eu correr nem ter sobrosso
Eu agarro a tacaca no pescoço
E carrego pra minha freguesia
Viva João, viva Zé, viva Maria
Viva a lua que o rato não lambeu
Viva o rato que a lua não roeu
Zé Limeira só canta desse jeito
Você hoje me paga o que tem feito
Com os poetas mais fracos do que eu.
Galope à beira-mar
Estrofe de 10 versos hendecassílabos (que tem 11 sílabas), com o mesmo esquema rímico da décima clássica, e que finda com o verso "cantando galope na beira do mar" ou variações dele. Termina, sempre, com a palavra "mar".
Às vezes, porém, o primeiro, o segundo, o quinto e o sexto versos da estrofe são heptassílabos, e o refrão é "meu galope à beira-mar". É considerado o mais difícil gênero da cantoria nordestina, obrigatoriamente tônicas as segunda, quinta, oitava e décima primeira sílabas.
- Sobrinho:
Provo que eu sou navegador romântico
Deixando o sertão para ir ao mirífico
Mar que tanto adoro e que é o Pacífico
Entrando depois pelas águas do Atlântico
E nesse passeio de rumo oceânico
Eu quero nos mares viver e sonhar
Bonitas sereias desejo pescar
Trazê-las na mão pra Raimundo Rolim
Pra mim e pra ele, pra ele e pra mim
Cantando galope na beira do mar.
- Limeira:
Eu sou Zé Limeira, caboclo do mato
Capando carneiro no cerco do bode
Não gosto de feme que vai no pagode
O gato fareja no rastro do rato
Carcaça de besta, suvaco de pato
Jumento, raposa, cancão e preá
Sertão, Pernambuco, Sergipe e Pará
Pará, Pernambuco, Sergipe e Sertão
Dom Pedro Segundo de sela e gibão
Cantando galope na beira do mar.
Martelo
Estrofe composta de decassílabos, muito usada nos versos heroicos ou mais satíricos, nos desafios. Os martelos mais empregados são o gabinete e o agalopado.
Martelo agalopado - Estrofe de dez versos decassílabos, de toada violenta, improvisada pelos cantadores sertanejos nos seus desafios.
Martelo de seis pés, galope - Estrofe de seis versos decassilábicos. Também se diz apenas agalopado.
Redondilha
- Antigamente, quadra de versos de sete sílabas, na qual rimava o primeiro com o quarto e o segundo com o terceiro, seguindo o esquema abba.
- Hoje, verso de cinco ou de sete sílabas, respectivamente redondilha menor e redondilha maior.
Carretilha
Literatura popular brasileira - Décima de redondilhas menores rimadas na mesma disposição da décima clássica; miudinha, parcela, parcela-de-dez.


