quarta-feira, 30 de março de 2011
você sabia?
Que o primeiro filme a apresentar um personagem totalmente em CGI interagindo com atores reais foi Casper(br: Gasparzinho, o Fantasminha Camarada) de 1995, dirigido por Brad Silberling?
você sabia?
Que Toy Story da Pixar foi o primeiro filme de animação mainstream a ser totalmente feito em CGI?
você sabia?
Que Final Fantasy: The Spirits Within por Hironobu Sakaguchi o criador da série de RPGs Final Fantasy. foi o primeiro filme de animação com humanos CGI fotorrealísticos?
Dragão
Dragões ou dragos (do grego drákon, δράκων) são criaturas presentes na mitologia dos mais diversos povos e civilizações. São representados como animais de grandes dimensões, normalmente de aspecto reptiliano (semelhantes a imensos lagartos ou serpentes), muitas vezes com asas, plumas, poderes mágicos ou hálito de fogo. A palavra dragão é originária do termo grego drakôn, usado para definir grandes serpentes. Em vários mitos eles são apresentados literalmente como grandes serpentes, como eram inclusive a maioria dos primeiros dragões mitológicos, e em suas formações quiméricas mais comuns. A variedade de dragões existentes em histórias e mitos é enorme, abrangendo criaturas bem mais diversificadas. Apesar de serem presença comum no folclore de povos tão distantes como chineses ou europeus, os dragões assumem, em cada cultura, uma função e uma simbologia diferentes, podendo ser fontes sobrenaturais de sabedoria e força, ou simplesmente feras destruidoras. Os Dragões talvez sejam uma das primeiras manifestações culturais ou mito criados pela humanidade. Muito se discute a respeito do que poderia ter dado origem aos mitos sobre dragões em diversos lugares do mundo. Em geral, acredita-se que possam ter surgido da observação pelos povos antigos de fósseis de dinossauros e outras grandes criaturas, como baleias, crocodilos ou rinocerontes, tomados por eles como ossos de dragões. Por terem formas relativamente grande, geralmente, é comum que estas criaturas apareçam como adversários mitológicos de heróis lendários ou deuses em grandes épicos que eram contados pelos povos antigos, mas esta não é a situação em todos os mitos onde estão presentes. É comum também que sejam responsáveis por diversas tarefas míticas, como a sustentação do mundo ou o controle de fenômenos climáticos. Em qualquer forma, e em qualquer papel mítico, no entanto, os dragões estão presentes em milhares de culturas ao redor do mundo. As mais antigas representações mitológicas de criaturas consideradas como dragões são datadas de aproximadamente 40.000 a. C., em pinturas rupestres de aborígines pré-históricos na Austrália. Pelo que se sabe a respeito, comparando com mitos semelhantes de povos mais contemporâneos, já que não há registro escrito a respeito, tais dragões provavelmente eram reverenciados como deuses, responsáveis pela criação do mundo, e eram vistos de forma positiva pelo povo. A imagem mais conhecida dos dragões é a oriunda das lendas europeias(celta/escandinava/germânica) mas a figura é recorrente em quase todas as civilizações antigas. Talvez o dragão seja um símbolo chave das crenças primitivas, como os fantasmas, zumbis e outras criaturas que são recorrentes em vários mitos de civilizações sem qualquer conexão entre si. Há a presença de mitos sobre dragões em diversas outras culturas ao redor do planeta, dos dragões com formas de serpentes e crocodilos da Índia até as serpentes emplumadas adoradas como deuses pelos astecas, passando pelos grandes lagartos da Polinésia e por diversos outros, variando enormemente em formas, tamanhos e significados. O escritor grego Filóstrato, dedicou uma extensa passagem da sua obra Vida de Apolônio de Tiana aos dragões da Índia (livro III, capítulos VI, VII e VIII). Forneceu informações muito detalhadas sobre esses dragões. O sopro de fogo dos dragões seria teoricamente possível, caso seus pulmões pudessem separar alguns dos gases que compõe o ar e se fossem de um material tolerante ao calor. A centelha de ignição poderia ser obtida da fricção de dois ossos ou pela ingestão de minerais, que poderiam ser combinados quimicamente para gerar uma reação exotérmica. Alguns acreditam que as glandulas salivares dos dragões produzissem alguma substância volátil que entrasse em combustão espontânea em contato com o ar como o fósforo branco. Esta teoria para a origem do Fogo dos Dragões foi explorada no filme Reino de Fogo (Reign of Fire), onde uma raça adormecida de dragões despertou após a escavação de uma nova linha de metrô em Londres. Baseada no princípio dos materiais pirofóricos, os dragões possuíam órgãos produtores de líquidos reativos, separados em seus corpos e portanto estáveis e seguros nessa condição, mas que se uniam em forma de jato combustível quando desejado, á frente de suas bocas quando espirrados a alta pressão por glândulas salivares especiais, se combinando numa espécie de Napalm orgânico extremamente enérgico e inflamável. Combinando esta mistura com o sopro de ar de expiração rápida do animal, o resultado se traduzia numa potente e longa chama capaz de incendiar e destruir tudo em seu caminho. Existem também dragões verdadeiros no mundo real. Não se tratam realmente de dragões como nas concepções míticas comentadas acima, mas sim de diversos seres vivos que, por alguma semelhança qualquer, foram batizados assim em homenagem as estas criaturas mitológicas.Existe entre os répteis, por exemplo, o gênero Draco usado para designar espécies normalmente encontradas em florestas tropicais, que possuem abas parecidas com asas nos dois lados do seu corpo, usando-as para planar de uma árvore para outra nas florestas.Existem diversas espécies de peixes, especialmente de cavalos-marinhos, que possuem nomes populares de dragões.O dragão-de-komodo (Varanus komodoensis), um grande lagarto que pode chegar ao tamanho de um crocodilo, é um carnívoro e carniceiro encontrado na ilha de Komodo, no arquipélago da Indonésia, e ganhou esse nome devido à sua aparência, que remete aos dragões mitológicos. Acabou se tornando o mais famoso dragão vivente do mundo real. É a maior espécie de lagarto que existe e este réptil já vivia na face da terra muito tempo antes da existência do homem. Possui em sua saliva bactérias mortais que tornam inútil a fuga de uma presa após levar uma mordida, pois sobrevém uma infecção rápida e letal que a mata em alguns dias. Mesmo apesar de serem tão letais, um dragão não morre caso se morda ou algo assim, pois seu sistema imunológico possui anticorpos que neutralizam as bactérias que habitam sua boca.
terça-feira, 29 de março de 2011
Radiação é sempre prejudicial aos seres humanos?
A radiação é uma forma de energia eletromagnética que é emitida por diversas fontes, como o Sol e outras estrelas, as lâmpadas de nossas casas, o forno de micro-ondas, as emissoras de TV e rádio, os equipamentos de raios-X e os materiais radioativos. Mas a radiação tem sempre efeitos maléficos para os humanos? Não necessariamente. Na realidade, existe radiação por toda a parte. A diferença entre as radiações emitidas por diferentes fontes é a sua energia. E mesmo as fontes emissoras de radiação de maior energia - e que, portanto podem gerar malefícios à saúde humana - são responsáveis por inúmeros progressos na medicina. Os seres humanos se desenvolveram e vivem imersos em um mundo de emissões de radiações de várias energias, Os nossos olhos se desenvolveram para detectar uma faixa da radiação eletromagnética que chamamos de luz visível, cuja energia é baixa, não sendo capaz de destruir e produzir muitos danos às células, Máquinas de raio-X, por exemplo, são fontes emissoras de radiação eletromagnética de grande energia. Mesmo sendo potencialmente mais perigosa, nos beneficiamos dessa radiação para fazer radiografias, que permitem a observação das partes internas do corpo humano. A radiação eletromagnética emitida pelos materiais radioativos, como aqueles existentes nas usinas nucleares, possui uma energia ainda maior. Ela provém de desintegração dos núcleos dos átomos, e por isso tem o nome de "energia nuclear". Ao longo do tempo, o homem desenvolveu técnicas para separar os elementos radioativos dos minérios, e inclusive a produzir artificialmente materiais radioativos. No caso da medicina, um dos usos comuns é no diagnóstico e tratamento do câncer, por exemplo. Sua utilização, porém, deve ser cuidadosa, pois quando a radiação eletromagnética de maior energia interage com os átomos e moléculas, ela pode produzir sua ionização. Estes íons, dentro de uma célula, podem produzir danos, alterando sua função ou até destruindo-a. As células do corpo humano, ao absorverem radiação ionizante, podem sofrer efeitos diversos, como alterações permanentes em seu DNA (mutações), morte celular ou simplesmente sofrer alterações. O controle da dose de radiação em ambientes que utilizam radiações ionizantes, como usinas nucleares e serviços de radiologia e medicina nuclear, é bastante rígido. Os trabalhadores costumam ser monitorados periodicamente, por meio de medidores de dose e exames clínicos. quando ocorre um acidente como o de Fukushima, no Japão, onde os níveis de radiação aumentam muito, um dos perigos é o aumento da probabilidade de as pessoas expostas desenvolverem doenças como o câncer, a longo prazo. Os tecidos e órgãos mais sensíveis à radiação são o aparelho digestivo, a pele e a medula óssea. Os danos à medula óssea, que produz as células do sangue, podem causar anemia, baixa resistência imunológica e hemorragias. Se as doses são muito elevadas, pode inclusive causar a morte das pessoas atingidas, como aconteceu em outros acidentes nucleares. as chances de sobrevivência, ou mesmo de recuperação de vitimas atingidas, dependem da resistência individual das pessoas. No acidente em Goiânia, em 1987, pessoas que receberam a mesma dose de radiação tiveram evoluções clínicas muito diferentes. Na realidade, os mecanismos pelos quais as radiações produzem os efeitos biológicos ainda precisam ser melhor entendidos por meio de pesquisas no campo da radiobiologia, no caso de um acidente nuclear, a melhor forma de prevenção a estes riscos é afastar a população da região atingida, evitando que ela tenham contato direto ou indireto com o material radioativo. O contato direto seria a contaminação por meio da ingestão ou aspiração do material radioativo. O contato indireto é a exposição externa a altos níveis de radiação. No Japão, apenas equipes preparadas e protegidas estão trabalhando no local, evitando que os riscos aumentem para a população em geral e que a contaminação ambiental seja minimizada.
O que é o soluço e por que ele aparece?
O soluço é uma respiração com espasmos provocada pelo súbito fechamento da glote (abertura localizada na laringe, que serve de passagem de ar para os pulmões) junto com uma contração repentina e involuntária do diafragma, músculo que separa o tórax do abdome e está relacionado à respiração. Normalmente, o soluço não causa problemas para a saúde e desaparece espontaneamente em alguns minutos. até mesmo os bebês no útero podem ter soluços. O soluço pode aparecer quando você come muito rápido, porque engole ar junto com a comida, ou quando enche o estômago demais e acaba irritando o diafragma. Para se livrar do soluço, é possível utilizar algumas técnicas bem simples, como respirar em um saco de papel durante alguns minutos, fazer gargarejos com água fria e prender a respiração pelo máximo de tempo que conseguir. Outra opção é deitar de bruços por um tempo, pois essa posição faz com que a respiração se torne mais intensa, forçando o diafragma a voltar a funcionar normalmente.
Por que a barriga ronca quando estamos com fome?
a mistura de ar e líquido existente dentro do estômago provoca o barulho por causa de uma movimentação que ocorre em pequenos intervalos de tempo. quando uma pessoa está em jejum e o organismo percebe que está precisando de alimento, o próprio estômago começa a produzir mais ácido e pepsina - a enzima digestiva - que estimula contrações musculares denominadas de peristaltismo. Estas contrações provocadas pelos movimentos peristálticos chacoalham o líquido e o ar, formando o ruído estranho, quando atravessa o abdômen
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