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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Pegadas mostram que dinossauros nadavam

concepção artistica do possivel
do dinossauro nadador

Marcas foram achadas em leito de antigo rio e indicam movimento das patas traseiras.Animal pode ter sido primo de tiranossauro; nado lembra o das aves modernas.


Doze pegadas encontradas no leito de um antigo lago, no norte da Espanha, representam a primeira forte evidência de que alguns dinossauros terrestres eram capazes de nadar, informaram cientistas. A marca de 15 metros, impressa em arenito, "sugere fortemente um animal flutuante arranhando o sedimento", como se estivesse nadando contra a corrente, afirmaram os pesquisadores, chefiados por Ruben Ezquerra, da Fundação de Patrimônio Paleontológico de La Rioja. Acredita-se que o nadador fosse um terópode - a ampla família de dinossauros carnívoros que inclui o poderoso tiranossauro -, que viveu no Cretáceo, cerca de 125 milhões de anos atrás. O rastro no antigo lago consiste de seis pares assimétricos de duas ou três marcas de arranhões no formato de um S. Cada par mede cerca de 50 centímetros de comprimento por 15 de largura. Os vestígios foram encontrados na Bacia Cameros, em La Rioja, ao lado do delta de um antigo lago. Atualmente, a bacia é conhecida como um sítio rico em pegadas de terópodes. as marcas parecem ter sido feitas por um dinossauro grande, flutuante, cujos pés com garras arranharam o sedimento à medida que nadava a uma profundidade de 3,2 metros. As estrias onduladas na superfície do local indicam que o dinossauro nadava contra a corrente, lutando para se manter em linha reta. "O dinossauro nadou movendo, alternadamente, os dois membros posteriores, um movimento de natação de impulso pélvico", disse o co-autor do estudo, Loïc Costeur, do Laboratório de Planetologia e Geodinâmica da Universidade de Nantes, oeste da França. "É um estilo de natação como um caminhar amplificado, com movimentos similares aos usados por bípedes modernos, incluindo as aves aquáticas", acrescentou. A questão sobre se os dinossauros podiam nadar tem sido discutida há anos. Até agora, nenhuma evidência tinha vindo à tona, apenas misteriosos "vestígios fantasmas", encontrados em vários locais. Perguntado sobre qual dinossauro pode ter feito estas marcas, Costeur cautelosamente citou o alossauro, um dinossauro carnívoro bípede, com grande crânio, equilibrado por uma cauda longa e pesada.A descoberta abre novas possibilidades no campo da pesquisa sobre os dinossauros, disse Costeur.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Você Sabia?

Que a Esfinge de Gizé com seus 57 metros de comprimento, 6 de largura e 20 de altura é considerada a maior estátua esculpida em apenas um bloco de pedra calcária? A esfinge olha para o leste e tem um pequeno templo situado entre suas patas.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Você Sabia?

Que Le Petit Prince, (O Pequeno Príncipe no Brasil), romance do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry (29 de junho de 1900, Lyon - 31 de julho de 1944, Mar Mediterrâneo), publicado em 1943 nos Estados Unidos é o livro francês mais vendido no mundo, cerca de 80 milhões de exemplares, e entre 400 a 500 edições. Também se trata da terceira obra literária (sendo a primeira a Bíblia e a segunda o livro o peregrino) mais traduzida no mundo, tendo sido publicado em 160 línguas ou dialetos.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Você sabia?

Que Leonardo da Vinci escrevia de trás para frente? então a maneira mais fácil de ler suas anotações é segurando em frente a um espelho. Não está claro porque ele escrevia assim, mas da Vinci preencheu vários cadernos de anotações com rascunhos de desenhos e textos de trás para frente. Cerca de 6.000 páginas de suas anotações ainda existem.

Megalossauro, o primeiro dinossauro

Em meados de 1676 foi encontrado na Inglaterra o primeiro osso fossilizado de dinossauro, entretanto na época ninguém tinha idéia de que se tratava de um animal pré-histórico, consideraram então o osso como sendo de um homem gigante. Mais tarde, em 1815, William Buckland descobriria fósseis na mesma região, mas agora o conhecimento já estava maduro suficiente para entender que tais ossos pertenceram a um grande animal pré-histórico, batizado de Megalosaurus. Sobre o osso de 1676 nunca mais houve notícias, mas tudo indica que se tratava do fêmur de um megalossauro adulto, sendo assim o megalossauro foi o primeiro dinossauro a ser descoberto, além de ter sido o primeiro dinossauro descrito científicamente, no ano de 1824 pelo seu descobridor William Buckland.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Rochas deslizantes de Racetrack Playa

As rochas deslizantes de Racetrack Playa são um dos fenômenos geológicos mais intrigantes que ocorrem no Vale da Morte, especialmente no lago seco chamado Racetrack Playa (Planície ou praia dos Rastros). O fenômeno consiste de pedras de dimensões variáveis, algumas bastante grandes, com centenas de quilogramas de massa, que são encontradas com um rastro atrás de si marcado no solo, sem qualquer sinal associado de intervenção humana ou animal. A causa deste movimento ainda é controversa, embora várias teorias tentem explicá-lo. Ninguém jamais conseguiu filmá-las ou vê-las em movimento. Casos semelhantes são encontrados em diversos outros lagos secos da região, mas os da Racetrack Playa são os mais notáveis.

As rochas deslizantes
As rochas encontradas na área se originam das colinas dolomíticas do entorno, embora algumas sejam de sienito e feldspato. São encontradas a distâncias de até milhares de metros de sua fonte, com rastros atrás de si marcados na lama seca que sugerem um movimento por tração.

Os rastros variam em extensão e direção, alguns mostram linhas quase retilíneas, ou curvas suaves, outros têm angulações abruptas e irregulares. A direção predominante é sul/sudeste - norte/nordeste, consistente com os ventos dominantes da área e sugerindo a força eólica como causa do fenômeno. A natureza dos rastros indica que o movimento se dá quando a superfície está saturada de umidade, mas não profundamente inundada. São marcas efêmeras que não sobrevivem à próxima chuva, embora os rastros mais profundos possam perdurar por alguns anos.

Histórico das observações e hipóteses
Registros informais populares e estudos científicos sobre este fenômeno se multiplicaram no século XX, mas não se sabe quem primeiro o observou. O primeiro registro escrito conhecido é de McAllister and Agnew, que em 1948 publicaram um artigo no Geological Society of America’s Bulletin, sugerindo que a causa do movimento das rochas era os ventos. Outras pesquisas se seguiram, com mapeamento da área, medições e contagem dos rastros e das pedras, e de outras características geológicas. Especulou-se sobre várias causas possíveis, como tectonismo, anomalias magnéticas, correntes de água e inundações, formação de bóias de gelo em torno das pedras, e interferência humana.
A maior parte dos estudiosos aponta o vento atuando sobre uma superfície de lama fresca como a causa principal do movimento das rochas. George Stanley (1955) considerou que os ventos registrados na região são pouco potentes para mover rochas que pesam até 300 kg, e sugeriu que a formação de placas de gelo em torno das pedras poderia ser um fator auxiliar no aumento de sua superficie sem aumento significativo em seu peso, favorecendo a captação do vento e o incremento local de sua potência, bem como o deslizamento.
Bob Sharp e Dwight Carey iniciaram em 1972 um programa de monitoramento de cerca de 30 rochas movidas recentemente. Cada pedra recebeu um nome e foi observada ao longo de sete anos, objetivando testar a hipótese das placas de gelo. Foram montados cercados e estacas em torno dos espécimens selecionados, que deveriam impedir a ação do vento e detectar alterações causadas por congelamento. Contudo, as pedras se moveram da mesma forma, ignorando as proteções, permanecendo as estacas sem serem afetadas. Outras pedras selecionados em pares apresentaram movimento de apenas uma, enquanto a outra, exatamente ao lado, permaneceu imóvel. Quase todas as pedras monitoradas se moveram no período fixado, em distâncias que variaram de poucos centímetros até 262 m. Também reportaram vários movimentos na ausência de depósito volumoso de água, que possibilitaria a formação e deslocamento livre de uma balsa de gelo a carregar as rochas, e que alguns rastros mostram características incongruentes com a hipótese, além de haver registros de atividade em meses de verão.
Em 1995 o professor John Reid e seis estudantes da Universidade de Massachussetts estudaram o caso e encontraram várias incongruências, embora tenham conseguido provar em algumas ocorrências a efetiva colaboração do gelo no processo.
Outros pesquisadores estudando o fenômeno em 1995 detectaram a ocorrência de ventos incomumente fortes, que podem ser comprimidos e intensificados por causa da conformação topográfica do entorno. Notaram ainda que a zona limítrofe acima do solo onde o vento ainda é potente é de apenas 5 cm, evidenciando que pedras relativamente pequenas ainda recebem o pleno impacto dos ventos, que podem atingir a velocidade de 145 km/h durante as tempestades de inverno. Tais tempestades foram consideradas o impulso primário do movimento, enquanto que ventos mais suaves e constantes, com apenas metade da velocidade de impulso inicial, são tidos como suficientes como força propelente de maior duração e que possibilita deslocamentos longos.
Paula Messina (1988) assinala que embora haja tendência de as rochas maiores deixarem rastros mais curtos, uma regra neste sentido não é consistente com as observações, e os dados coletados mostram uma configuração bastante caótica e imprevisível. Sugere ainda que a comprovada formação de uma película de limo lubrificante por cianobactérias aumenta a viscosidade da lama e favorece o deslizamento. Diz também que o gelo, ainda que possa colaborar, não é um fator imprescindível para a movimentação, já que ocorrências foram registradas em temperaturas acima do congelamento. Uma causa sugerida para a movimentação em trajetos altamente irregulares é a captura de rochas por fortes redemoinhos de vento, chamados na região de Dust Devils.
A pesquisadora, cotejando a literatura disponível, lamenta a ausência de relações significativas entre tamanho das rochas, sua origem, sua localização, seus trajetos e as condições geológicas e atmosféricas no local, e a partir desta inconsistência entre os dados, que não indicam um mecanismo formador único, aceita a hipótese de causas múltiplas para o fenômeno, sendo cada caso produzido por fatores diferentes. Por fim conclui que o vento apenas, embora sob várias formas e condições, associado a uma superfície úmida, é suficiente para a formação do fenômeno, mas admite que até que seja testemunhado visualmente uma rocha em movimento, a causa definitiva ainda deve permenecer conjetural.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

você sabia?

Que o maior anuro conhecido é a rã-golias. Essa espécie vive nas florestas tropicais africanas e chega a ter cerca de 3 kg de massa. Com as pernas esticadas, ela pode alcançar quase um metro de comprimento.
E um dos menores anuros conhecido é o sapo-pingo-de-ouro. Esse anuro vive entre folhas caídas no solo da Mata Atlântica, no Brasil. O sapo-pingo-de-ouro mede cerca de um centímetro de comprimento.

terça-feira, 3 de maio de 2011

você sabia?

Muitas espécies de sanguessugas ingerem grande quantidade de sangue, podendo aumentar sua massa corpórea em até 10 vezes. Esse sangue é digerido lentamente. Dessa forma, as sanguessugas podem resistir a longos períodos de tempo sem se alimentar.

você sabia?

Que apesar de ser essencial para a sobrevivência das minhocas terrestres, a umidade no ambiente deve ser equilibrada. Observe que, em dias de chuvas fortes, muitas minhocas abandonam suas galerias e vão para a superfície do solo. Provavelmente fazem isso para respirar, porque o solo encharcado retém baixa quantidade de gás oxigênio.

você sabia?

Que o hábito de comer terra é comum em pessoas infectadas com o ancilóstomo. Essa hábito é ma resposta instintiva do organismo à perda de substâncias importantes para o desenvolvimento do corpo, como ferro, cálcio e fósforo. Quando instalado no intestino, o ancilóstomo perfura sua parede, causando hemorragia e consequente perda dessas substâncias. Para repor essas substâncias, o indivíduo infectado acaba por comer solo ou até tijolos de argila.

você sabia?

Que a caravela, apesar de aparentar ser um indivíduo único, é uma colônia flutuadora formada por vários cnidários.
Na caravela existem indivíduos especializados em realizar diferentes funções, como flutuação, alimentação, defesa e reprodução.

você sabia?

Que as bactérias provavelmente foram as primeiras formas de vida que surgiram em nosso planeta. Foram encontrados fósseis de organismos unicelulares que datam de aproximadamente 3,4 bilhões de anos. Acredita-se que sejam de bactérias.

sábado, 30 de abril de 2011

Porque o mar é salgado?

Durante milhares de anos, as águas das chuvas lavaram as rochas, dissolvendo uma parte dos sais que as constituem.
As águas do escoamento despejam anualmente milhões de toneladas de minerais nas fossas marinhas.
As águas dos mares são mais salgadas que as águas continentais por causa da evaporação, que provoca uma salinização constante e particular de cada mar.
Para se ter uma idéia, a água do mar é composta por 3,5% de sais, entre eles o cloreto de sódio, que é a mesma substância que compõe o sal de cozinha.

Por que as cebolas nos fazem chorar?

Uma cebola fresca, quando cortada, libera um gás chamado propanetiol-S no ar. Quando o gás atinge nossos olhos, mistura-se com a água ali existente, formando um ácido fraco. Este ácido irrita o olho causando a produção de lágrimas e o conseqüente fluxo necessário para lavar o olho.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Como a vida surgiu?

A famosa sopa de proteínas que teria dado origem à vida. A tese foi proposta em 1936 pelo bioquímico russo Aleksander Oparin e explicava o surgimento dos seres vivos a partir dos aminoácidos, moléculas simples que formam as proteínas. Oparin acreditava que a atmosfera primitiva da Terra era composta por metano, amônia, hidrogênio e vapor d’água, e que na presença de altas temperaturas, descargas elétricas e radiação ultravioleta, os gases originaram os aminoácidos. Estes, por sua vez, submetidos a aquecimento prolongado, formaram proteínas que foram arrastadas para os mares pela chuva. Na água, o choque contínuo entre elas deu origem a moléculas maiores (os coacervados) que conseguiram se organizar em células e se replicar. Pesquisas das últimas décadas mostraram que a atmosfera original não era igual à imaginada pelo russo – não tinha nem amônia nem metano.

SISTEMAS INORGÂNICOS

Outras linhas de estudo surgiram. E uma das mais recentes afirma que os seres vivos começaram de “sistemas inorgânicos” e não de moléculas orgânicas como os aminoácidos. Estes sistemas seriam formados por ferro e sulfito (sal sem oxigênio que contém enxofre) aglutinados como pequenos compartimentos de rocha. Nestes compartimentos os compostos sulfúricos se concentraram e aceleraram as reações químicas que produziam moléculas complexas, como as proteínas e o material genético. Ou seja, os sistemas inorgânicos antecederam as moléculas orgânicas e incubaram a vida.
Quando, teria surgido o primeiro ser vivo? Há mais de três bilhões de anos provavelmente. E talvez não tenha vindo nem de uma sopa nem de um sistema não-orgânico. Mas de seres estranhíssimos batizados de archaea, que são micróbios diferentes das bactérias e capazes de sobreviver em condições extremas de temperatura e pH. Os archaea já foram descobertos em cavernas e se alimentam de hidrogênio, compostos sulfúricos, manganês e outros metais, e não realizam fotossíntese. Por esta característica, cientistas acreditam que eles podem ter constituído a base da vida oxidando derivados de enxofre, metano, ferro e outros metais.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Ratel, o destemido.

O ratel (Mellivora capensis) é uma espécie de mamifero da família Mustelidae. Ocorrem na maioria da África e no Oeste e Sul da Ásia. É a única espécie classificada no género Mellivora e na subfamília Mellivorinae. É um animal destemido e quase desprovido de medo. O Ratel ataca e mata qualquer coisa que se movimente, e demora apenas 15 minutos para comer uma cobra de 1,50m, ele possui um diferencial dos outros animais que é uma inteligência e facilidade para achar os pontos fracos dos oponentes rapidamente e assim obter sucesso na caça e na captura de suas presas, mas quando é defrontado por um outro macho da mesma espécie, ele comumente ataca primeiramente os testículos. O ratel é tão carniceiro que aparenta não ter critérios de seleção para aquilo que ataca, bastando estar no seu alcance visual (ou de ataque). Come insetos, mamíferos, lagartos e répteis. O Ratel é louco por mel e está disposto a pôr o focinho em colméias cheias de mortais abelhas africanas apenas para provar do doce. Ele ataca animais maiores que ele e até mesmo Hienas. Leões e guepardos, que são mais astutos, sabem que não devem se aproximar e evitam contato com esse sagaz e destemido animal.

sábado, 23 de abril de 2011

Coelhinho da Páscoa

A tradição do Coelhinho da Páscoa foi trazida para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e o início do século XVIII.

No Antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade consideravam o coelho como o símbolo da Lua, portanto, é possível que ele tenha se tornado símbolo pascoal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa. O certo é que os coelhos são notáveis por sua capacidade de reprodução, e geram grandes ninhadas, e a Páscoa marca a ressurreição, vida nova, tanto entre os judeus quanto entre os cristãos.

Existe também a lenda de que uma mulher pobre coloriu alguns ovos de galinha e os escondeu, para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram os ovos, um coelho passou correndo. Espalhou-se, então, a história de que o coelho é que havia trazido os ovos.

A origem do Ovo da Páscoa

Os ovos de chocolate ou ovos de Páscoa são uma tradição milenar relacionada ao cristianismo. Costumava-se pintar um ovo oco de galinha de cores bem alegres, pois a Páscoa é uma data festiva que comemora a ressurreição de Jesus Cristo, sendo o ovo um símbolo de nascimento. Outros povos como os gregos e os egípcios também coloriam ovos de galinha oco, porém em datas diferentes.

O ovo é símbolo bastante antigo, anterior ao Cristianismo, que representa a fertilidade e a renascimento da vida. Muitos séculos antes do nascimento de Cristo, a troca de ovos no Equinócio da Primavera (21 de Março) era um costume que celebrava o fim do Inverno e o início de uma estação marcada pelo florescimento da natureza. Para obterem uma boa colheita, os agricultores enterravam ovos nas terras de cultivo.

Quando a Páscoa cristã começou a ser celebrada, a cultura pagã de festejo da Primavera foi integrada na Semana Santa. Os cristãos passaram a ver no ovo um símbolo da ressurreição de Cristo.

Colorir e decorar ovos é um costume também bastante antigo, praticado no Oriente. Nos países da Europa de Leste, os ortodoxos tornaram-se grandes especialistas em transformar ovos em obras de arte. Da Rússia à Grécia, os ortodoxos costumam pintar os ovos de vermelho. Já na Alemanha, a cor dominante é o verde. A tradição é tão forte que a Quinta-feira Santa é conhecida por Quinta-feira Verde. Na Bulgária, em vez de se esconder os ovos, luta-se com eles na mão. Há verdadeiras batalhas campais. Toda a gente tem de carregar um ovo e quem conseguir a proeza de o manter intacto até ao fim será o mais bem sucedido da família até à próxima Páscoa.

Das tradições da Europa Oriental, o hábito passou aos demais países. Eduardo I de Inglaterra oferecia ovos banhados em ouro aos súditos preferidos. Luís XIV de França os mandava, pintados e decorados, como presentes. Isso iniciou a moda de fazê-los artificiais, de madeira, porcelana e metal, contendo alegras surpresas aos presenteados. Seu sucessor Luís XV presenteou sua amante 33 anos mais jovem, Madame du Barry, com um enorme ovo, o qual continha em estátua de Cupido. Essas tradições inspiraram também Peter Carl Fabergé na criação dos famosos e valiosos Ovos Fabergé.

Os ovos de chocolate viram dos Pâtissiers franceses que recheavam ovos de galinha, depois de esvaziados de clara e gema, com chocolate e os pintavam por fora. Os pais costumavam esconder ovos nos jardins para que as crianças os encontrassem na época da Páscoa. Com melhores tecnologias, a partir do final do século XIX, se difundiram os ovos totalmente feitos de chocolate, utilizados até hoje.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Por que o sal derrete as lesmas?

Porque o sal tem uma propriedade chamada higroscopia, que é uma tendência a atrair água. E como as lesmas não têm o corpo protegido por pele estratificada, contanto apenas com uma fina camada unicelular, ela absorve rapidamente a substância, desidratando-se e "derretendo".

A quantidade de sal que largamos no corpo da lesma é muito maior do que a encontrada no seu organismo, causando o seu "derretimento" através da osmose.

Ou seja, o sal, através da higroscopia, retira toda a água do corpo das lesmas, causando a sua morte.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Por que o céu é azul?

O Sol é uma fonte de luz extremamente brilhante, a Lua apenas reflete parte dessa luminosidade. Os átomos de nitrogênio e oxigênio na atmosfera exercem um efeito sobre a luz solar que passa por eles.
Existe um fenômeno físico chamado espalhamento Rayleigh, que faz com que a luz se espalhe ao passar através de partículas com diâmetro igual a um décimo do comprimento de onda (cor) da luz. A luz solar é composta de luz de todas as diferentes cores, mas devido aos elementos presentes na nossa atmosfera, a cor azul é espalhada de maneira muito mais eficiente do que as outras.

terça-feira, 19 de abril de 2011

você sabia?

Que a maior praia do mundo é a Praia do Cassino no Rio Grande do Sul? com mais de 240 km de comprimento?

sexta-feira, 15 de abril de 2011

você sabia?

Que existe uma espécie de água-viva que é biologicamente imortal? É a Turritopsis nutricula uma medusa com um diâmetro de apenas 4 a 5 milímetros, Após alcançar a maturidade sexual e se reproduzir, ao invés de morrer como acontece com outras águas-vivas, ela faz justamente ao contrário: volta a ser um pólipo juvenil, ou seja, volta ao estado larval e recomeça o seu ciclo novamente por inúmeras vezes, o que não permite que ela morra de forma natural. Mas se ela for devorada por um predador, despedaçada ou gravemente ferida, morrerá, pois não é indestrutivel.

A ave que voa mais alto.

É o Ganso-Indiano que voa a incriveis 9.000 metros de altura.

O peixe que nada mais fundo.

É o Abyssobrotula galathea, um peixe abissal que nada a incriveis 8.300 metros de profundidade.

A maior altura e a maior profundidade.

O ponto mais alto de nosso planeta é o Monte Everest com aproximadamente 8.850 m de altitude e o ponto de maior profundidade é a Fossa das Marianas com aproximadamente 11.000 m de profundidade.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Imagem em 3D


você sabia?

Que o chocolate é nocivo aos cães, devido a presença da teobromina? A quantia de teobromina encontrada no chocolate é pequena o suficiente para ser consumido seguramente por humanos, mas animais que a metabolizam mais lentamente, como cachorros, podem sucumbir por envenenamento por teobromina. A dose de teobromina que pode ser tóxica em cachorros gira entre 100 e 150 mg/kg. Geralmente chocolates ao leite possuem 154 mg/100g de teobromina; o meio-amargo cerca de 528 mg/100 g. Complicações incluem problemas digestivos, desidratação, excitabilidade, e uma taxa lenta de batimentos do coração. Fases posteriores ao envenenamento por teobromina incluem ataques epiléticos e morte.

você sabia?

Que a comemoração do Dia dos Pais se originou na Babilônia há mais de 4 mil anos?

você sabia?

Que um adulto respira por dia, normalmente, cerca de 12 mil litros de ar?

domingo, 10 de abril de 2011

você sabia?


Que a Árvore do Ténéré (foto), no nordeste saariano da Nigéria, era a árvore mais isolada do mundo, sendo a única existente num raio de mais de 200 km?

Recordes do reino animal


 

O mais forte: O escaravelho rinoceronte, Oryctes Nasicornis, que vive na Europa por ser capaz de suportar em seu dorso um peso 30 vezes maior que o seu próprio durante uma hora.


 

O mais fiel: Os gansos se juntam para toda a vida. Inclusive se diz, exageradamente, que quando enviuvam morrem de tristeza. As cegonhas também mantêm seus laços por toda vida, ainda que distanciam-se depois da época do acasalamento.


 

A fêmea mais infiel: As dos aracnídeos e dos Louva-Deus. Algumas fêmeas comem o macho depois da cópula (as vezes antes até). Em algumas espécies o sacrifício do macho é imprescindível. É necessário que a fêmea devore sua cabeça para evitar o bloqueio que esta exerce sobre as reações da cópula Afinal de contas, depois da cópula o macho já não serve para nada na perpetuação da espécie. O veado volante, Lucanus Cervus, e outras espécies de escaravelhos com longos apêndices, lutam entre eles pela posse das fêmeas; mas estas não duvidam em abandonar os seus pretendentes em plena luta para ficar com o próximo que chegue.

 

O mais solidário: O morcego vampiro. Se um colega não encontrou comida, o outro regurgita sangue para compartilhar.


 

O animal mais prolífico: O pulgão do repolho, Brevycorine Brassicae, que é capaz de gerar num ano uma descendência que atingiria um peso de 822 milhões de toneladas. Ainda que sua reprodução é majoritariamente assexuada, sem a intervenção do macho.

 

O mamífero mais prolífico: O Tenrec ou Tandraka, Tenrec Ecaudatus, que vive em Madagáscar e Ilhas Comores. Podem parir de uma só vez 32 filhotes.

 

A gestação mais prolongada: A salamandra negra dos Alpes tem um período de gestação de 3 anos e 2 meses. O elefante tem um período de gestação de quase dois anos (660 dias). Entre os peixes é a Mielga, Squalus Acanthias, um tubarão vivíparo com um período de gestação de 18 a 24 meses.

 

A gestação mais curta: A gravidez mais breve é o do marsupial conhecido como Bandicut de nariz curto: 12 dias.

 

O mais maternal: A fêmea do polvo. Permanece em sua gruta cuidando dos ovos e sem comer até morrer por inanição convertida num monte de peles.

 

Os mais paternais: Os cavalos-marinhos que armazenam os ovos numa bolsa até que eclodem. O macho dos peixes gato ou bagres, grupo ao que pertencem vários gêneros e espécies de águas doces e marinhas, protegem os ovos na boca, e durante os 15 dias de desenvolvimento embrionário não podem alimentar-se. Depois, os alevinos procuram refúgio na boca do pai quando se apresentam em situações de risco. As avestruzes americanas (Rhea Americana), que ainda que um só macho convive com até uma dúzia de fêmeas, é ele quem se encarrega da construção dos ninhos e da encubação e cuidados da ninhada. Claro que antes transporta todos os ovos a um só ninho. O sapo parteiro (Alytes) leva os ovos e pequenos sapinhos sobre uns orifícios que se desenvolvem em suas costas. O curioso é que o parteiro é o macho. O macho do pingüim imperador se dedica à encubação dos ovos, sem comer, durante 115 dias.

 

O escavador mais rápido: A toupeira pode escavar até 5 metros cúbicos por hora.

 

O mais ruidoso: A baleia azul, Balaenoptera Musculus, é capaz de emitir sons mais fortes do que um avião a jato.

 

O inseto mais ruidoso: As cigarras. Podem ser ouvidas a 400 metros de distância.

 

O mais dorminhoco: O coala, Phascolarctos Cinereus, que passa 22 horas do dia dormindo.

 

O inseto que voa mais rápido: A mutuca Hybomitra Hinei Wrighti atinge a velocidade de 145 Km/h. O segundo é a libélula australiana Austrophlebia Costalis que atinge os 90 km/h.

 

A rã mais saltadora: A rã africana Ptychadena Oxyrhynchus que pode saltar até 5,35 metros.

 

O que melhor se orienta: A andorinha do mar, Sterna Paradisea, vive no círculo polar ártico e inverna na Antártida.


 

A ave mais veloz em vôo: O Falcão peregrino, Falco Peregrinus, que atinge no vôo 300 Km./hora. Em vôo normal sua velocidade se aproxima à do Vencejo, Apus Apus, 160 Km./h. Portanto, o Vencejo e o Falção são os seres vivos mais velozes da Terra.


 

A ave mais lenta: A Becada americana, Scolopax Minor, voa a uma velocidade de 8 km/h.


 

A ave mais veloz em terra: O avestruz atinge os 80 Km/h.

 

Que bate as asas mais rápido: O colibri Heliactin Cornuta bate suas asas a uma velocidade de 90 vezes por segundo, 5.400 vezes por minuto.


 

O que voa mais alto: Em 1973, um Abutre Griffon de Rupell (Gyps rueppellii) chocou com um avião que voava a 11.277 metros sobre Costa do Marfim. Os cisnes negros também atingem grandes alturas, como atestou um piloto que observou uma revoada a 8.230 metros de altura.


 

O record em distância de vôo: O Chorlito Dourado é capaz de voar ininterruptamente uma distância de 3.000 Km.

 

O mais veloz em terra firme: O guepardo atinge a velocidade de 120 Km./hora. Seguido pela gazela da Mongólia com 100 Km./h. No entanto, o guepardo só pode manter a velocidade em distâncias curtas, enquanto a gazela é corre maiores distâncias.


 

O mais veloz em natação: O peixe espada Istiophorus Platypterus é capaz de superar os 80 Km./h. Seguido pelo atum, com 70 Km./h, que em percursos curtos pode atingir os 110 Km./h em cujo caso seria o nadador mais veloz. Mas muito superior é a velocidade que atingem os peixes voadores do gênero Exocoetus quando saem fora da água: 600 km/h.

 

A ave que nada mais rápido: O pingüim de bico vermelho de Papua, Pygoscelis Papua. Atinge a velocidade de 27 km/hora.

 

A ave que mergulha a maior profundidade: O pingüim imperador, Aptenodytes Forsteri, é capaz de mergulhar a 255 m (há citações de 483 m) de profundidade agüentando a respiração durante 5 a 18 minutos, atingido velocidades da ordem dos 40 Km/h.

 

O recorde em salto de altura: É do puma, Felis Concolor, que atinge em salto os 4 metros de altura. Grilos e gafanhotos podem saltar a 2 metros de altura O maior salto sem impulso prévio é o da gazela saltadora, Antidorcas Marsupialis, que pode dar saltos de 3 metros de altura

 

O recorde em salto à distância: O antílope pode dar saltos que superam os 9 metros. Também o canguru pode dar saltos de 9 metros de distância e 3,30 metros de altura. Em relação a seu peso são os grilos e gafanhotos, que são capazes de dar saltos de 6 metros. Os guepardos podem atingir os 7 metros. Mas em relação a seu peso, o recorde é do Philaenus Spumarius, um inseto homóptero de 6 mm que é capaz de saltar uma distância de 60-70 cm. A pulga, com 1 a 4 mm é capaz de saltar 30 cm. É dito que as pulgas podem dar saltos de 4 metros de distância e até 3 metros de altura, puro folclore.

 

O mamífero mais lento: O bicho-preguiça de três dedos, Bradypus Tridactilus, move-se no solo a uma velocidade de 2,2 metros por hora.

 

O mais inteligente: Depois do homem, os animais mais inteligentes são os golfinhos, Delphinus Delphis, e o Chimpanzé, Pão Troglodytes. O primeiro é capaz de comunicar-se mediante uma linguagem de sons, e o segundo é capaz de utilizar algumas ferramentas e imitar ao homem.

 

O cachorro mais inteligente: Os da raça collie, à qual pertence a famoso Lassie ddo seriado televisivo.

 

O menor predador: É um protozoário marinho do Pacífico equatorial, Picophagus Fagellatus, que mede menos de 3 microns.

 

O mais temível: O tubarão branco, depois da película de Holliwood e a sensação de indefesa do homem no meio aquático. No entanto este enorme tubarão de 8m prefere a carne rica em gordura, como a das focas. Quando ataca o homem é porque o confunde por causa de sua má qualidade visual. Depois do primeiro ataque, quando mata as suas presas, se nota tratar-se de um homem, costuma abandonar. Por isso muitos humanos viveram para contá-lo.

 

O mais feroz: A piranha,Serrasalmus.

 

O mais luminoso: São variadas as espécies de seres vivos de todos os reinos capazes de emitir bio-luminiscência. Mas o curioso é que um pequeno crustáceo, Cypridina, uma vez seco conserva sua luminosidade durante 30 anos. Na segunda guerra mundial os soldados japoneses os espalhavam pela palma da mão e a usavam de lanterna. O peixe Photoblepharon Palpebratus emite uma bio-luminiscencia tão intensa que pode ser visto a 30 metros de distância

 

O mais falador: A mulher, oops... O papagaio cinza africano, Psittacus Arithacus, é capaz de imitar sons e a voz humana, como outros papagaios, mas seu vocabulário pode superar as 800 palavras.

 

O mais viril: O hamster é capaz de manter 65 acoplamentos numa hora, menos de 1 por minuto.

 

A fêmea mais viril: As fêmeas da hiena manchada, Crocuta Crocuta, são tão similares ao macho que é difícil diferenciar o sexo. Os órgãos femininos são tão similares aos do macho que só se podem distinguir mediante uma inspeção táctil. A causa parece ser a elevada concentração de hormônios masculinos no sangue.

 

A ave com maior envergadura: A maior envergadura é a do Albatroz Diomedea Exulans, que ultrapassa os 3,5 metros. Asas tão grandes lhes dificultam empreender o vôo; mas lhes facilitam o planeio. O condor é a seguinte, com uma envergadura de 3 metros. A ave de maior envergadura que existiu na Terra foi o Teratorm Gigante, Argentavis Magnificens, que viveu na Argentina no final do Mioceno, faz uns 5 milhões de anos, atingindo uma envergadura que duplicava a do albatroz: 7,3 metros e 120 kg. Tratava-se de um gigantesco abutre.

 

A ave que passa mais tempo sem pisar terra: O Sterna Fuscata, depois de nascer passa 4 anos sem regressar a terra para criar. Depois o fará cada ano.

 

O peixe que põe mais ovos: A fêmea do peixe lua, Mola mola, pode desovar 30 milhões de ovos. O bacalhau, Gadus Morhua, desova 7 milhões de ovos; mas não por isso sua eficácia reprodutiva é maior do que a de outras espécies menos prolíficas. O que sucede é que existem predadores que devoram seus ovos e alevinos.


 

A maior teia de aranha: Construída pela aranha de ouro gigante Nephila Clavipes, que mede mais de 1 metro de diâmetro e que ela usa para caçar rãs

 

O que tem mais patas: Algumas centopeias têm normalmente entre 15 e 150 pares de patas Há citações de exemplares de 750 patas (325 pares).

 

Peixes na superfície dágua: Os agulhas dos gêneros Belone, Scomberesox e Hemiramphus, são capazes de nadar velozmente pela superfície da água utilizando o lóbulo inferior de sua nadadeira, de forma que seu corpo saia fora da água com o mesmo ângulo de uma lancha e atingem uma grande velocidade, de até 600 km/h. Os peixes voadores do gênero Exocoetus utilizam a mesma técnica para pegar impulso e voar utilizando suas nadadeiras peitorais até 360 metros de distância e a 7 metros de altura.

 

O peixe mais cheiroso: O Tímalo, Thymallus Thymallus, é um peixe de água doce que deve seu nome ao cheiro de tomilho que desprende da sua carne.

 

Aúnica ave hibernante: O Chotacabras de Nattal, Phalaenoptilus Nuttallii, que vive no Canadá.


 

O animal mais venenoso: A rãs tropicais sulamericanas dos gêneros Dendrobates e Phyllobates conhecidas como rãs de flecha venenosa. Segregam um veneno mortal que é utilizado pelos indígenas na ponta de suas flechas. A toxina de uma destas rãs pode matar até 1.500 pessoas.

 

A medusa mais venenosa: A vespa de mar, Chironex fleckeri, que forma grandes enxames na costa norte australiana. Seis picadas podem matar a um ser humano.

 

A aranha mais venenosa: A Cténida brasileira ou aranha da banana, Phoneutria Nigriventer, é a que possui o veneno mais potente. Suas patas têm 10 cm. No entanto, esta aranha tem dificuldades para injetar seu veneno nos humanos. Mais perigosa para os humanos é a viúva negra, da qual há várias espécies do gênero Latrodectus. Entre elas destaca a viúva negra americana Latrodectus Mactans que se caracteriza por uma marca vermelha com forma de ampulheta no abdomem. Também na Europa há viúvas negras que geraram a fama de que as tarântulas são perigosas.

 

O escorpião mais venenoso: O escorpião dourado Israelense, Leiurus Quinquestriatus

 

O cefalópodo mais venenoso: O polvo de anéis azuis, Hapalochlaena Maculosa, da Austrália, possui uma saliva venenosa capaz de matar a 20 adultos humanos. O veneno é a tetrodotoxina

 

O peixe mais venenoso: O peixe pedra, Synanceia Verrucosa, que mede 20 cm e possui uma venenosa espinha dorsal capaz de atravessar a sola dos sapatos. Vive nas ilhas do Pacífico (Hawaii e Indonésia).

 

O lagarto mais venenoso: Os lagartos não costumam ser venenosos. Somente existem 2 espécies venenosas do gênero Heloderma: Horridum e Suspectum que vivem em regiões desérticas do Texas, Arizona e México. Seus dentes possuem uma ranhura longitudinal através da qual injetam o veneno segregado por umas glândulas situadas no lábio inferior.

 

A serpente mais perigosa: A cobra Naja que causa a morte de 15 000 pessoas ao ano.

 

O pássaro mais venenoso: O Pitohui encapuzado, Pitohui Dichrous ou ave lixo de Nova Guiné é a único ave venenosa. O veneno que fabricam é a homeobatraciotoxina, típica de algumas rãs, e se encontra preferencialmente nas plumas.

 

O mamífero mais venenoso: O estranho ornitorrinco, Ornithorhynchus Anatinus, possui um tipo de espora venenosa numa de suas patas traseiras. Seu veneno produz intensas dores.

 

O animal mais velho: A baleia franca da Groenlândia (Balaena Mysticetus) pode viver 210 anos. As tartarugas gigantes das ilhas Galápagos podem atingir os 150 anos. Mas entre as tartarugas o recorde é da tartaruga de Aldraba, Aldrabachelys Elephantina da ilha Mauricio, que viveu 152 anos em cativeiro.

 

O peixe mais velho: A Platilha, Platichthys flesus, pode chegar a viver 60 anos se não é capturada por algum predador.

 

A ave mais longeva: O cisne, Cygnus, pode viver 100 anos. Os papagaios de 40 a 100 e as cacatuas 75 anos.

O inseto mais longevo: O cupim que pode reinar por 50 anos.

O anfíbio mais longevo: A salamandra, 55 anos.

O ser vivo mais longevo: Uma bactéria encontrada num cristal de sal sobreviveu durante 250 milhões de anos.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Encontrado os restos mortais de Mona Lisa.


Cientistas irão exumar corpo da suposta modelo de Leonardo da Vince, O projeto dos pesquisadores é desenterrar os restos mortais de Lisa Gherardini – mulher da renascença esposa de um rico comerciante de seda que segundo tese defendida pelos historiadores seria a dona da expressão introspectiva e do sorriso enigmático. As escavações ocorrerão no final do mês de abril no Convento de Santa Úrsula localizado na região central da cidade italiana de Florença. Este projeto faz parte de uma vertente da investigação da história em que se utilizam aplicações técnicas da antropologia forense como o recolhimento de ossadas para análise de determinadas características. Caso os ossos sejam encontrados, os pesquisadores conduzirão experimentos de extração do DNA e farão datações com o carbono. Se fragmentos do crânio estiverem entre o material coletado, os cientistas serão capazes, dependendo do grau de preservação, de reconstituir a face de Lisa Gherardini. Esta fase é determinante para confirmar que ela foi a modelo para o quadro Mona Lisa. Para os coordenadores do projeto a reconstituição da musa de Da Vince pode ajudar no esclarecimento de alguns dos inúmeros mistérios que cercam a obra do gênio da arte e da ciência. Estudo semelhante liderado por Silvano Vinceti – também líder da atual pesquisa – reconstituiu a face do pintor italiano Caravaggio além de identificar a possível causa de sua morte. Mesmo assim, o projeto vem sofrendo fortes críticas relacionadas à sua contribuição para a arte; alguns especialistas afirmam que a técnica pouco acrescenta a compreensão das obras de arte.

Tardígrado, o animal mais resistente do planeta.


Os Tardígrados são muito resistentes, segundo experiências de Universidades, tardigrados foram congelados por 120 anos a uma temperatura de -270 °C e recentemente reanimados com apenas um pouco de água. Eles também sobrevivem a temperaturas tão altas como 150 °C, pressão de 75 mil atmosferas e radiação 570.000 grays, cerca de 1000 vezes mais que um ser humano. Também são capazes de sobreviver no vácuo do espaço por até 10 dias e perder 99% de água do seu corpo. Têm a habilidade de se encolher, desidratando-se, e permanecer praticamente morto, em estado criptobiótico. É neste estado que conseguem suportar as extremas condições mencionadas e "voltarem à vida" ao se reidratarem novamente.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Maior dinossauro carnívoro do Brasil é descoberto no Maranhão

Pesquisadores do Museu Nacional apresentaram nesta quarta-feira (16/03) o espinossaurídeo Oxalaia quilombensis, o maior dinossauro carnívoro já encontrado no Brasil. Os restos do réptil foram encontrados na Ilha de Cajual, no Maranhão, e seriam do Cretáceo Superior. A espécie é muito semelhante a outras já encontradas na África. Isso se deve provavelmente ao fato de que, no período Mesozóico, o continente africano era ligado a América do Sul, o que proporcionou a migração de animais de uma região para outra. De acordo com os fósseis achados, foi possível estimar o tamanho do animal: ele teria entre 12 e 14 metros de comprimento, e massa variando entre 5 e 7 toneladas.

terça-feira, 5 de abril de 2011

você sabia?

Que o músculo mais potente do corpo é a lingua? Que uma pessoa pisca os olhos aproximadamente 25 mil vezes por dia? Que 4 kg é o peso do cérebro humano? Este consome 25% do oxigênio que respiramos? Que por cada sílaba que o homem fala, 72 músculos entram em movimento. Para sorrir, são utilizados 14 músculos. Para beijar, 29? Que o olho humano é capaz de distinguir 10.000.000 de tonalidades diferentes?

você sabia?

Que o coração bombeia o sangue com uma pressão suficiente para esguichar o sangue a uma altura de 9 metros? Que o sangue ao sair do coração pela aorta, corre a incriveis 108km/h? Que o sistema respiratório humano comporta um volume total de aproximadamente 5 litros de ar? a capacidade pulmonar total. Desse volume, apenas meio litro é renovado em cada respiração?

domingo, 3 de abril de 2011

A História do Cachorro-quente

Existem três teorias sobre o surgimento desse peculiar sanduíche: A mais conhecida é a de um açougueiro de Frankfurt, na Alemanha. Em 1852, ele resolveu batizar as salsichas que fabricava com o nome de seu cachorro bassê. Um imigrante alemão, Charles Feltman, levou esse tipo de salsicha para os Estados Unidos em 1880. Lá, criou um sanduíche quente com pão, salsicha e molhos. Em 1904, na cidade de Saint Louis, nos Estados Unidos, um vendedor de salsichas quentes criou uma maneira de seus fregueses não queimarem as mãos. A quem comprasse suas salsichas, ele oferecia luvas de algodão limpíssimas. Só que os clientes esqueciam de devolve-las e ele acabava tendo prejuízo. Seu cunhado, que era padeiro, sugeriu que o salsicheiro pusesse as luvas de lado e começasse a usar pães. No Brasil, por volta de 1926, o empresário Francisco Serrador, que idealizou a famosa Cinelândia, no centro da cidade do Rio de Janeiro, lança o cachorro-quente em seus cinemas. A novidade inspirou Lamartine Babo e Ary Barroso, a criarem em 1928, a marchinha de carnaval "Cachorro-Quente": "Comer / Cachorro quente lá no bar / Por certo a moda vai pegar / Por não ser vulgar...Comer / Vai toda gente ao "quarteirão" / Pois há lingüiça em profusão / Pra comer com pão...Que bom que é lamber... / Trincar...comer... / Um cachorrinho tentador / No quarteirão do SerradorComer é bem melhor do que beber / Pois dá sustância e faz crescer / Todo e qualquer ser...Comer / É verbo bom de conjugar / Quando queremos conquistar / Um "pirão" no bar..." E a partir de 1945, depois da Segunda Guerra Mundial, quando o Brasil passou a sofrer grande influência da cultura americana, o cachorro-quente conquistou definitivamente seu espaço aqui.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Literatura de cordel


Literatura de cordel é um tipo de poema popular, originalmente oral, e depois impressa em folhetos rústicos ou outra qualidade de papel, expostos para venda pendurados em cordas ou cordéis, o que deu origem ao nome originado em Portugal, que tinha a tradição de pendurar folhetos em barbantes. No Nordeste do Brasil, o nome foi herdado (embora o povo chame esta manifestação de folheto), mas a tradição do barbante não perpetuou. Ou seja, o folheto brasileiro poderia ou não estar exposto em barbantes. São escritos em forma rimada e alguns poemas são ilustrados com xilogravuras, o mesmo estilo de gravura usado nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis compradores.


A história da literatura de cordel começa com o romanceiro luso-holandês da Idade Contemporânea e do Renascimento. O nome cordel está ligado à forma de comercialização desses folhetos em Portugal, onde eram pendurados em cordões, chamados de cordéis. Inicialmente, eles também continham peças de teatro, como as de autoria de Gil Vicente (1465-1536). Foram os portugueses que introduziram o cordel no Brasil desde o início da colonização. Na segunda metade do século XIX começaram as impressões de folhetos brasileiros, com suas características próprias. Os temas incluem fatos do cotidiano, episódios históricos, lendas , temas religiosos, entre muitos outros. As façanhas do cangaceiro Lampião (Virgulino Ferreira da Silva, 1900-1938) e o suicídio do presidente Getúlio Vargas (1883-1954) são alguns dos assuntos de cordéis que tiveram maior tiragem no passado. Não há limite para a criação de temas dos folhetos. Praticamente todo e qualquer assunto pode virar cordel nas mãos de um poeta competente.


No Brasil, a literatura de cordel é produção típica do Nordeste, sobretudo nos estados de Pernambuco, da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Ceará. Costumava ser vendida em mercados e feiras pelos próprios autores. Hoje também se faz presente em outros Estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. O cordel hoje é vendido em feiras culturais, casas de cultura, livrarias e nas apresentações dos cordelistas.


Os poetas Leandro Gomes de Barros (1865-1918) e João Martins de Athayde (1880-1959) estão entre os principais autores do passado.


Todavia, este tipo de literatura apresenta vários aspectos interessantes e dignos de destaque:


As suas gravuras, chamadas xilogravuras, representam um importante espólio do imaginário popular;


Pelo fato de funcionar como divulgadora da arte do cotidiano, das tradições populares e dos autores locais (lembre-se a vitalidade deste gênero ainda no nordeste do Brasil), a literatura de cordel é de inestimável importância na manutenção das identidades locais e das tradições literárias regionais, contribuindo para a perpetuação do folclore brasileiro;


Pelo fato de poderem ser lidas em sessões públicas e de atingirem um número elevado de exemplares distribuídos, ajudam na disseminação de hábitos de leitura e lutam contra o analfabetismo;


A tipologia de assuntos que cobrem, crítica social e política e textos de opinião, elevam a literatura de cordel ao estandarte de obras de teor didático e educativo.


Poética


Quadra


Estrofe de quatro versos. A quadra iniciou o cordel, mas hoje não é mais utilizada pelos cordelistas. Porém as estrofes de quatro versos ainda são muito utilizadas em outros estilos de poesia sertaneja, como a matuta, a caipira, a embolada, entre outros.


A quadra é mais usada com sete sílabas. Obrigatoriamente tem que haver rima em dois versos (linhas). Cada poeta tem seu estilo. Um usa rimar a segunda com a quarta. Exemplo:


Minha terra tem palmeiras


Onde canta o sabiá (2)


As aves que aqui gorjeiam


Não gorjeiam como lá (4).


Outro prefere rimar todas as linhas, alternando ou saltando. Pode ser a primeira com a terceira e a segunda com a quarta, ou a primeira com a quarta e a segunda com a terceira. Vejamos estes exemplos de Zé da Luz: (ABAB ou ABBA)


E nesta constante lida


Na luta de vida e morte


O sertão é a própria vida


Do sertanejo do Norte


Três muié, três irimã,


Três cachorra da mulesta


Eu vi nun dia de festa


No lugar Puxinanã.


Sextilha


É a mais conhecida. Estrofe ou estância de seis versos. Estrofe de seis versos de sete sílabas, com o segundo, o quarto e o sexto rimados; verso de seis pés, colcheia, repente. Estilo muito usado nas cantorias, onde os cantadores fazem alusão a qualquer tema ou evento e usando o ritmo de baião. Exemplo:


Quem inventou esse "S"


Com que se escreve saudade


Foi o mesmo que inventou


O "F" da falsidade


E o mesmo que fez o "I"


Da minha infelicidade


Septilha


Estrofe (rara) de sete versos; setena (de sete em sete). Estilo muito usado por Zé Limeira, o Poeta do Absurdo.


Eu me chamo Zé Limeira


Da Paraiba falada


Cantando nas escrituras


Saudando o pai da coaiada


A lua branca alumia


Jesus, Jose e Maria


Três anjos na farinhada.


Napoleão era um


Bom capitão de navio


Sofria de tosse braba


No tempo que era sadio,


Foi poeta e demagogo


Numa coivara de fogo


Morreu tremendo de frio.


Na septilha usa-se o estilo de rimar os segundo, quarto e sétimo versos e o quinto com o sexto, podendo deixar livres o primeiro e o terceiro.


Oitava


Estrofe ou estância (grupo de versos que apresentam, comumente, sentido completo) de oito versos: oito-pés-em-quadrão. Oitavas-a-quadrão. Como o nome já sugere, a oitava é composta de oito versos (duas quadras), com sete sílabas. A rima na oitava difere das outras. O poeta usa rimar a primeira com a segunda e terceira, a quarta com a quinta e oitava e a sexta com a sétima.


Quadrão


Oitava na poesia popular, cantada, na qual os três primeiros versos rimam entre si, o quarto com o oitavo, e o quinto, o sexto e o sétimo também entre si.


Todas as estrofes são encerradas com o verso: Nos oito pés a quadrão. Vejamos versos de uma contaria entre José Gonçalves e Zé Limeira: - (AAABBCCB)


Gonçalves:


Eu canto com Zé Limeira


Rei dos vates do Teixeira


Nesta noite prazenteira


Da lua sob o clarão


Sentindo no coração


A alegria deste canto *


Por isso é que eu canto tanto *


NOS OITO PÉS A QUADRÃO


Limeira:


Eu sou Zé Limeira e tanto


Cantando por todo canto


Frei Damião já é santo


Dizendo a santa missão


Espinhaço e gangão


Batata de fim de rama *


Remédio de velho é cama *


NOS OITO PÉS A QUADRÃO.


Décima


Estrofe de dez versos, com dez ou sete sílabas, cujo esquema rimático é, mais comumente, ABBAACCDDC, empregada sobretudo na glosa dos motes, conquanto se use igualmente nas pelejas e, com menos frequência, no corpo dos romances.


Geralmente nas pelejas é dado um mote para que os violeiros se desdobrem sobre o mesmo. Vejamos e exemplo com José Alves Sobrinho e Zé Limeira:




  • Mote:

    VOCÊ HOJE ME PAGA O QUE TEM FEITO


    COM OS POETAS MAIS FRACOS DO QUE EU.



  • Sobrinho:

    Vou lhe avisar agora Zé Limeira <A


    Dizem que quem avisa amigo é >B


    Vou lhe amarrar agora a mão e o pé >B


    E lhe atirar naquela capoeira <A


    Pra você não dizer tanta besteira <A


    Nesta noite em que Deus nos acolheu >C


    Você hoje se esquece que nasceu >C


    E se lembra que eu sou bom e perfeito >D


    Você hoje me paga o que tem feito >D


    Com os poetas mais fracos do que eu. >C



  • Zé Limeira:

    Mais de trinta da sua qualistria


    Não me faz eu correr nem ter sobrosso


    Eu agarro a tacaca no pescoço


    E carrego pra minha freguesia


    Viva João, viva Zé, viva Maria


    Viva a lua que o rato não lambeu


    Viva o rato que a lua não roeu


    Zé Limeira só canta desse jeito


    Você hoje me paga o que tem feito


    Com os poetas mais fracos do que eu.


Galope à beira-mar


Estrofe de 10 versos hendecassílabos (que tem 11 sílabas), com o mesmo esquema rímico da décima clássica, e que finda com o verso "cantando galope na beira do mar" ou variações dele. Termina, sempre, com a palavra "mar".


Às vezes, porém, o primeiro, o segundo, o quinto e o sexto versos da estrofe são heptassílabos, e o refrão é "meu galope à beira-mar". É considerado o mais difícil gênero da cantoria nordestina, obrigatoriamente tônicas as segunda, quinta, oitava e décima primeira sílabas.




  • Sobrinho:

    Provo que eu sou navegador romântico


    Deixando o sertão para ir ao mirífico


    Mar que tanto adoro e que é o Pacífico


    Entrando depois pelas águas do Atlântico


    E nesse passeio de rumo oceânico


    Eu quero nos mares viver e sonhar


    Bonitas sereias desejo pescar


    Trazê-las na mão pra Raimundo Rolim


    Pra mim e pra ele, pra ele e pra mim


    Cantando galope na beira do mar.



  • Limeira:

    Eu sou Zé Limeira, caboclo do mato


    Capando carneiro no cerco do bode


    Não gosto de feme que vai no pagode


    O gato fareja no rastro do rato


    Carcaça de besta, suvaco de pato


    Jumento, raposa, cancão e preá


    Sertão, Pernambuco, Sergipe e Pará


    Pará, Pernambuco, Sergipe e Sertão


    Dom Pedro Segundo de sela e gibão


    Cantando galope na beira do mar.


Martelo


Estrofe composta de decassílabos, muito usada nos versos heroicos ou mais satíricos, nos desafios. Os martelos mais empregados são o gabinete e o agalopado.


Martelo agalopado - Estrofe de dez versos decassílabos, de toada violenta, improvisada pelos cantadores sertanejos nos seus desafios.


Martelo de seis pés, galope - Estrofe de seis versos decassilábicos. Também se diz apenas agalopado.


Redondilha



  • Antigamente, quadra de versos de sete sílabas, na qual rimava o primeiro com o quarto e o segundo com o terceiro, seguindo o esquema abba.

  • Hoje, verso de cinco ou de sete sílabas, respectivamente redondilha menor e redondilha maior.

Carretilha


Literatura popular brasileira - Décima de redondilhas menores rimadas na mesma disposição da décima clássica; miudinha, parcela, parcela-de-dez.

quarta-feira, 30 de março de 2011

você sabia?

Que o primeiro filme a apresentar um personagem totalmente em CGI interagindo com atores reais foi Casper(br: Gasparzinho, o Fantasminha Camarada) de 1995, dirigido por Brad Silberling?

você sabia?

Que Toy Story da Pixar foi o primeiro filme de animação mainstream a ser totalmente feito em CGI?

você sabia?

Que Final Fantasy: The Spirits Within por Hironobu Sakaguchi o criador da série de RPGs Final Fantasy. foi o primeiro filme de animação com humanos CGI fotorrealísticos?

Dragão

Dragões ou dragos (do grego drákon, δράκων) são criaturas presentes na mitologia dos mais diversos povos e civilizações. São representados como animais de grandes dimensões, normalmente de aspecto reptiliano (semelhantes a imensos lagartos ou serpentes), muitas vezes com asas, plumas, poderes mágicos ou hálito de fogo. A palavra dragão é originária do termo grego drakôn, usado para definir grandes serpentes. Em vários mitos eles são apresentados literalmente como grandes serpentes, como eram inclusive a maioria dos primeiros dragões mitológicos, e em suas formações quiméricas mais comuns. A variedade de dragões existentes em histórias e mitos é enorme, abrangendo criaturas bem mais diversificadas. Apesar de serem presença comum no folclore de povos tão distantes como chineses ou europeus, os dragões assumem, em cada cultura, uma função e uma simbologia diferentes, podendo ser fontes sobrenaturais de sabedoria e força, ou simplesmente feras destruidoras. Os Dragões talvez sejam uma das primeiras manifestações culturais ou mito criados pela humanidade. Muito se discute a respeito do que poderia ter dado origem aos mitos sobre dragões em diversos lugares do mundo. Em geral, acredita-se que possam ter surgido da observação pelos povos antigos de fósseis de dinossauros e outras grandes criaturas, como baleias, crocodilos ou rinocerontes, tomados por eles como ossos de dragões. Por terem formas relativamente grande, geralmente, é comum que estas criaturas apareçam como adversários mitológicos de heróis lendários ou deuses em grandes épicos que eram contados pelos povos antigos, mas esta não é a situação em todos os mitos onde estão presentes. É comum também que sejam responsáveis por diversas tarefas míticas, como a sustentação do mundo ou o controle de fenômenos climáticos. Em qualquer forma, e em qualquer papel mítico, no entanto, os dragões estão presentes em milhares de culturas ao redor do mundo. As mais antigas representações mitológicas de criaturas consideradas como dragões são datadas de aproximadamente 40.000 a. C., em pinturas rupestres de aborígines pré-históricos na Austrália. Pelo que se sabe a respeito, comparando com mitos semelhantes de povos mais contemporâneos, já que não há registro escrito a respeito, tais dragões provavelmente eram reverenciados como deuses, responsáveis pela criação do mundo, e eram vistos de forma positiva pelo povo. A imagem mais conhecida dos dragões é a oriunda das lendas europeias(celta/escandinava/germânica) mas a figura é recorrente em quase todas as civilizações antigas. Talvez o dragão seja um símbolo chave das crenças primitivas, como os fantasmas, zumbis e outras criaturas que são recorrentes em vários mitos de civilizações sem qualquer conexão entre si. Há a presença de mitos sobre dragões em diversas outras culturas ao redor do planeta, dos dragões com formas de serpentes e crocodilos da Índia até as serpentes emplumadas adoradas como deuses pelos astecas, passando pelos grandes lagartos da Polinésia e por diversos outros, variando enormemente em formas, tamanhos e significados. O escritor grego Filóstrato, dedicou uma extensa passagem da sua obra Vida de Apolônio de Tiana aos dragões da Índia (livro III, capítulos VI, VII e VIII). Forneceu informações muito detalhadas sobre esses dragões. O sopro de fogo dos dragões seria teoricamente possível, caso seus pulmões pudessem separar alguns dos gases que compõe o ar e se fossem de um material tolerante ao calor. A centelha de ignição poderia ser obtida da fricção de dois ossos ou pela ingestão de minerais, que poderiam ser combinados quimicamente para gerar uma reação exotérmica. Alguns acreditam que as glandulas salivares dos dragões produzissem alguma substância volátil que entrasse em combustão espontânea em contato com o ar como o fósforo branco. Esta teoria para a origem do Fogo dos Dragões foi explorada no filme Reino de Fogo (Reign of Fire), onde uma raça adormecida de dragões despertou após a escavação de uma nova linha de metrô em Londres. Baseada no princípio dos materiais pirofóricos, os dragões possuíam órgãos produtores de líquidos reativos, separados em seus corpos e portanto estáveis e seguros nessa condição, mas que se uniam em forma de jato combustível quando desejado, á frente de suas bocas quando espirrados a alta pressão por glândulas salivares especiais, se combinando numa espécie de Napalm orgânico extremamente enérgico e inflamável. Combinando esta mistura com o sopro de ar de expiração rápida do animal, o resultado se traduzia numa potente e longa chama capaz de incendiar e destruir tudo em seu caminho. Existem também dragões verdadeiros no mundo real. Não se tratam realmente de dragões como nas concepções míticas comentadas acima, mas sim de diversos seres vivos que, por alguma semelhança qualquer, foram batizados assim em homenagem as estas criaturas mitológicas.Existe entre os répteis, por exemplo, o gênero Draco usado para designar espécies normalmente encontradas em florestas tropicais, que possuem abas parecidas com asas nos dois lados do seu corpo, usando-as para planar de uma árvore para outra nas florestas.Existem diversas espécies de peixes, especialmente de cavalos-marinhos, que possuem nomes populares de dragões.O dragão-de-komodo (Varanus komodoensis), um grande lagarto que pode chegar ao tamanho de um crocodilo, é um carnívoro e carniceiro encontrado na ilha de Komodo, no arquipélago da Indonésia, e ganhou esse nome devido à sua aparência, que remete aos dragões mitológicos. Acabou se tornando o mais famoso dragão vivente do mundo real. É a maior espécie de lagarto que existe e este réptil já vivia na face da terra muito tempo antes da existência do homem. Possui em sua saliva bactérias mortais que tornam inútil a fuga de uma presa após levar uma mordida, pois sobrevém uma infecção rápida e letal que a mata em alguns dias. Mesmo apesar de serem tão letais, um dragão não morre caso se morda ou algo assim, pois seu sistema imunológico possui anticorpos que neutralizam as bactérias que habitam sua boca.

terça-feira, 29 de março de 2011

Radiação é sempre prejudicial aos seres humanos?

A radiação é uma forma de energia eletromagnética que é emitida por diversas fontes, como o Sol e outras estrelas, as lâmpadas de nossas casas, o forno de micro-ondas, as emissoras de TV e rádio, os equipamentos de raios-X e os materiais radioativos. Mas a radiação tem sempre efeitos maléficos para os humanos? Não necessariamente. Na realidade, existe radiação por toda a parte. A diferença entre as radiações emitidas por diferentes fontes é a sua energia. E mesmo as fontes emissoras de radiação de maior energia - e que, portanto podem gerar malefícios à saúde humana - são responsáveis por inúmeros progressos na medicina. Os seres humanos se desenvolveram e vivem imersos em um mundo de emissões de radiações de várias energias, Os nossos olhos se desenvolveram para detectar uma faixa da radiação eletromagnética que chamamos de luz visível, cuja energia é baixa, não sendo capaz de destruir e produzir muitos danos às células, Máquinas de raio-X, por exemplo, são fontes emissoras de radiação eletromagnética de grande energia. Mesmo sendo potencialmente mais perigosa, nos beneficiamos dessa radiação para fazer radiografias, que permitem a observação das partes internas do corpo humano. A radiação eletromagnética emitida pelos materiais radioativos, como aqueles existentes nas usinas nucleares, possui uma energia ainda maior. Ela provém de desintegração dos núcleos dos átomos, e por isso tem o nome de "energia nuclear". Ao longo do tempo, o homem desenvolveu técnicas para separar os elementos radioativos dos minérios, e inclusive a produzir artificialmente materiais radioativos. No caso da medicina, um dos usos comuns é no diagnóstico e tratamento do câncer, por exemplo. Sua utilização, porém, deve ser cuidadosa, pois quando a radiação eletromagnética de maior energia interage com os átomos e moléculas, ela pode produzir sua ionização. Estes íons, dentro de uma célula, podem produzir danos, alterando sua função ou até destruindo-a. As células do corpo humano, ao absorverem radiação ionizante, podem sofrer efeitos diversos, como alterações permanentes em seu DNA (mutações), morte celular ou simplesmente sofrer alterações. O controle da dose de radiação em ambientes que utilizam radiações ionizantes, como usinas nucleares e serviços de radiologia e medicina nuclear, é bastante rígido. Os trabalhadores costumam ser monitorados periodicamente, por meio de medidores de dose e exames clínicos. quando ocorre um acidente como o de Fukushima, no Japão, onde os níveis de radiação aumentam muito, um dos perigos é o aumento da probabilidade de as pessoas expostas desenvolverem doenças como o câncer, a longo prazo. Os tecidos e órgãos mais sensíveis à radiação são o aparelho digestivo, a pele e a medula óssea. Os danos à medula óssea, que produz as células do sangue, podem causar anemia, baixa resistência imunológica e hemorragias. Se as doses são muito elevadas, pode inclusive causar a morte das pessoas atingidas, como aconteceu em outros acidentes nucleares. as chances de sobrevivência, ou mesmo de recuperação de vitimas atingidas, dependem da resistência individual das pessoas. No acidente em Goiânia, em 1987, pessoas que receberam a mesma dose de radiação tiveram evoluções clínicas muito diferentes. Na realidade, os mecanismos pelos quais as radiações produzem os efeitos biológicos ainda precisam ser melhor entendidos por meio de pesquisas no campo da radiobiologia, no caso de um acidente nuclear, a melhor forma de prevenção a estes riscos é afastar a população da região atingida, evitando que ela tenham contato direto ou indireto com o material radioativo. O contato direto seria a contaminação por meio da ingestão ou aspiração do material radioativo. O contato indireto é a exposição externa a altos níveis de radiação. No Japão, apenas equipes preparadas e protegidas estão trabalhando no local, evitando que os riscos aumentem para a população em geral e que a contaminação ambiental seja minimizada.